Taxa de Rejeição: o que é, para que serve e como diminuir a sua

Taxa de Rejeição: o que é, para que serve e como diminuir a sua

Será que o conteúdo que oferece tem impactado o usuário como gostaria? A taxa de rejeição ajuda a responder.

Essa é mais uma das métricas de marketing importantes para monitorar sua estratégia digital.

A bounce rate, ou taxa de rejeição, serve para mensurar aqueles visitantes que acessam se site, blog, landing pages e outras produções e dali vão embora sem realizar ação alguma.

Esse é um movimento de certa forma normal para muitos conteúdos, mas não significa que você precise se conformar com resultados indesejados.

É por isso que, neste artigo, vamos explicar como diminuir taxa de rejeição do site ou outra página utilizada para interagir com a sua audiência.

Além de nos aprofundarmos no conceito, vamos entender se existe uma bounce rate ideal e ver também como funciona o cálculo da taxa de rejeição.

Se você faz marketing na internet, esse é um conhecimento obrigatório.

Então, não deixe de acompanhar as dicas que separamos para você.

Boa leitura!

O que é taxa de rejeição?

O que é taxa de rejeição?

Taxa de rejeição é um indicador que refere o percentual de visitantes de uma página na internet que a acessam e saem dela sem realizar interação alguma, como clicar em um link e ser direcionado a outra página.

Ou seja, a bounce rate determina uma média entre todos os usuários, indicando quantos deles não executaram nenhuma ação.

Mais à frente, vamos explicar por que é importante acompanhar essa métrica.

Antes, porém, é preciso entender que a taxa de rejeição não é suficiente para identificar se o visitante leu e compreendeu o conteúdo da página, ou mesmo se ficou satisfeito com ele.

Vale dizer que, por essa razão, sua análise se torna mais completa quando realizada em conjunto a outros indicadores.

Entre eles, está a taxa de permanência, que refere por quanto tempo, em média, os usuários permanecem com aquela página aberta.

Contudo, sejam segundos ou horas de permanência nela, se nenhum tipo de interação ocorre, ainda assim será considerada uma rejeição.

Apesar do nome, não necessariamente significa que o leitor rejeitou o conteúdo que você ofereceu.

É possível que a página já tenha atingido o seu objetivo na visita dele.

Falaremos mais sobre isso ao longo do artigo.

Por que é importante acompanhar a Taxa de Rejeição

Por que é importante acompanhar a Taxa de Rejeição

Acompanhar a taxa de rejeição de suas páginas é importante para verificar o atendimento aos objetivos propostos para ela.

Seja um site, blog, landing page ou outra estratégia, todos têm metas a realizar para que seu desempenho seja considerado satisfatório.

Como você sabe, há muitas variáveis utilizadas para determinar o sucesso ou fracasso da estratégia.

Se a página em questão disponibiliza um link que é chave para o seu desempenho, mas um percentual muito baixo de usuários clica nele, esse é um sinal claro de que algo não vai bem.

Para compreender melhor, pense em uma campanha de atração de leads, os potenciais clientes do seu negócio.

Se você posicionou um link, ou mesmo um CTA (call to action) em um artigo de blog e os leitores estão clicando nele, tem aí um indicativo de estratégia bem-sucedida.

Por outro lado, se esse link leva o usuário a uma landing page, mas ele não preenche o formulário nela para acessar um material rico ou se inscrever em uma newsletter, por exemplo, saindo da página, o resultado é oposto.

Nesse caso, a taxa de rejeição ajuda a entender que a sua landing page pode (e deve) melhorar, pois não está atrativa o suficiente para convencer o público quanto à oferta.

Só que, sem acompanhar esse indicador, você talvez seja levado ao erro de alterar a oferta e não a forma como a apresenta.

Nesse caso, o remédio não combina com a doença e só atrasa a sua cura.

Faz sentido?

E para quem tem uma estratégia de tráfego pago, como ao utilizar o Google Adwords, a taxa de rejeição pode ser ainda mais importante.

O que acontece nesses casos é que você pode ser taxado pelos cliques de usuários que não se interessam pelo que oferece ao chegarem à sua página.

Como medir a taxa de rejeição?

Como medir a taxa de rejeição?

Encontrar a taxa de rejeição de suas páginas não é nada difícil.

Quando você utiliza uma plataforma de análise de dados, como o gratuito Google Analytics, ou outra paga, esse é um indicador que aparece já no painel de controle da ferramenta.

Mas apenas ver qual é a bounce rate não basta.

É preciso saber analisar o percentual apresentado e também interpretá-lo de acordo com o propósito da página.

Vamos entender melhor?

Taxa de Rejeição das palavras-chave

Palavra-chave é um termo que corresponde à forma como o usuário realiza uma pesquisa em mecanismos de buscas, como o Google.

A partir daí, ele pode ser direcionado às suas páginas a partir de diferentes tipos de tráfego, como o orgânico (sem custos) e o pago (a partir de anúncios como links patrocinados).

Cada palavra-chave escolhida na sua estratégia apresenta uma taxa de rejeição específica.

Obviamente, quanto mais alta ela for, menos interações ocorreram por parte dos usuários.

Nesse caso, o termo escolhido pode estar gerando tráfego, mas você não está conseguindo aproveitar esses visitantes para gerar leads.

Se o link no Google remete o usuário a uma landing page, isso se torna um problema maior, já que ela só se mostra efetiva caso o conduza à ação, informando seu nome e e-mail e clicando em um botão de CTA.

Taxa de Rejeição das páginas mais acessadas

Páginas com muito acesso podem induzi-lo ao erro.

Afinal, sozinhas, não são um indicativo de sucesso na estratégia, como você poderia imaginar.

Uma página com um número gigante de acessos, mas da qual a imensa maioria dos usuários sai sem executar uma ação, acaba agregando pouco valor.

Isso provavelmente significa que o objetivo proposto para ela não está sendo realizado.

Há exceções, é claro, mas são grandes as chances de você ter que realizar ajustes, seja modificando o conteúdo, tornando-o mais atrativo ou mesmo apostando em um novo formato de CTA.

Lembrando que mudanças em uma estratégia de marketing se favorecem de um teste A/B, que consiste em submeter duas ou mais versões diferentes ao público, comparar seus resultados e, então, identificar a melhor delas.

Taxa de Rejeição de blogs

Em blogs, a taxa de rejeição é bastante relativa.

O que acontece nesses casos é que o objetivo quase sempre é gerar tráfego e oferecer a visitantes e leads conteúdo relevante.

Parte de uma estratégia de marketing de conteúdo, portanto.

Dessa forma, o leitor pode chegar a um artigo para resolver uma dúvida específica, encontrar a solução que precisa e sair dele feliz da vida.

Ainda assim, para efeitos de bounce rate, será considerada uma rejeição.

Mas quando o blog é usado para capturar leads ou apresentar a eles uma oferta especial, por exemplo, a taxa de rejeição volta a ser um problema.

O principal a medir aqui diz respeito aos novos visitantes.

Se o seu artigo foi útil para ele, é provável que não abandone a página sem ao menos clicar em um link interno e conferir conteúdo relacionado.

Além de visitar outras páginas, esse usuário pode também interagir de outras formas, como ao comentar o artigo, compartilhar o conteúdo ou clicar em um CTA.

Nunca é demais lembrar que um blog é também uma ferramenta poderosa de marketing de relacionamento, podendo ser a porta de entrada para novos seguidores em suas redes sociais, novos assinantes de sua newsletter e novos integrantes da sua lista de e-mails.

Uma taxa de rejeição elevada é prejudicial?

Uma taxa de rejeição elevada é prejudicial?

Antes de se assustar com os percentuais observados de taxa de rejeição, vale se perguntar se há uma bounce rate ideal.

É óbvio que, quanto menor ela for, melhor para os objetivos da sua estratégia.

Não existe taxa de rejeição boa, é verdade.

Por outro lado, existe o que podemos chamar de taxa de rejeição esperada, que nada mais é do que um percentual considerado normal para determinada página.

Veja o caso de um blog, por exemplo.

Leitores assíduos podem simplesmente ler o mais recente artigo e fecharem a página muito satisfeitos pelo conteúdo que acabaram de consumir.

Portanto, é esperado que parte deles tenha esse comportamento que chamamos de rejeição à página, ainda que o seu sentimento com relação à ela seja outro.

Inclusive, a bounce rate em um blog pode chegar a 98% e ainda ser considerada normal.

Mas quando é preciso começar a se preocupar com a taxa de rejeição em suas páginas?

Para responder, vamos listar as médias conforme o tipo de conteúdo, de acordo com este infográfico da Quick Sprout.

  • Sites de serviços: 10% – 30%

  • Sites de varejo: 20% – 40%

  • Geração de leads: 30% – 50%

  • Landing pages: 70% – 90%

  • Sites de conteúdo: 40% – 60%

  • Blogs: 70% – 98%.

Tome esses dados como uma referência, mas não como uma meta engessada.

O importante é saber que experimentar taxas muito baixas não faz parte da realidade de nenhum tipo de página, seja qual for o seu propósito.

Você raramente terá 90% dos usuários executando uma ação, muito pelo contrário.

Em vários casos, se 10% fizerem isso, você já pode considerar a estratégia bem-sucedida.

Por outro lado, sempre há o que fazer para diminuir a taxa de rejeição.

É sobre isso que iremos falar agora.

Dicas para diminuir a taxa de rejeição

Dicas para diminuir a taxa de rejeição

Ao chegar até aqui, você já conferiu o conceito de taxa de rejeição, ou bounce rate, entendeu a sua importância e também viu dicas para medir e analisar os resultados no seu site.

Ainda que um indicador alto nem sempre represente um problema, é correto perseguir formas de reduzi-lo.

Quer aprender como fazer isso?

Fique de olho nas recomendações que preparamos.

1. Conheça suas personas e produza para elas

No marketing digital, não há estratégia que funcione sem que parta do conhecimento sobre as suas personas.

Estamos falando da representação do perfil ideal de cliente, ou seja, da construção de um perfil que reúna características em comum daqueles que visitam suas páginas.

Idade, gênero, localização, renda, escolaridade, hábitos e interesses são informações a apurar.

De posse desses dados, você consegue identificar mais facilmente que tipo de conteúdo esse usuário médio deseja consumir e de que forma isso deve ser feito.

Ou seja, você não apenas acerta na mensagem, mas na linguagem, tom de voz e até no layout da página, pois conhece as preferências do visitante.

2. Faça testes A/B

Faça testes A/B

Testes A/B são uma ferramenta incrível para descobrir o que dá mais certo junto ao público.

Para usar na sua estratégia, crie ao menos duas páginas diferentes com o mesmo objetivo.

Vale variar nos textos, cores, imagens, enfim, em todos elementos que podem proporcionar atração ou repulsa do público.

Depois, monitore os resultados de cada uma, observando vários indicadores, com a taxa de rejeição entre eles.

Assim, você consegue identificar qual página possui a menor bounce rate.

Mas não apenas isso, já que verifica elementos imprescindíveis para cada uma de suas páginas, o que permite ajustar a estratégia como um todo.

3. Ofereça conteúdo relevante

Uma página de internet não é bem-sucedida apenas pelo aspecto visual que apresenta.

Ele é importante, certamente, mas o usuário que chega até à sua página precisa encontrar conteúdo relevante. Ou seja, que agregue valor a ele.

Se as informações forem rasas, superficiais ou desinteressantes, o engajamento ficará mesmo próximo de zero, elevando a sua taxa de rejeição.

Conhecendo a persona, você identifica mais facilmente o que é de seu interesse.

Se o objetivo for vender, a conversão depende da descrição precisa da oferta.

4. Capriche nos CTAs

O CTA representa o estímulo à ação do usuário, seja através de um link, banner ou botão.

Ele precisa destoar do restante da página, para que seja facilmente reconhecido.

Também deve prezar pela objetividade, reduzindo o risco de o usuário perder o interesse.

São pequenos ajustes, mas que fazem toda diferença para chamar a atenção do visitante e determinar a sua interação.

Caso a página não tenha um CTA, cogite criar um.

Os mais comuns direcionam à oferta de um material rico, como e-book, ou à assinatura de uma newsletter.

5. Tenha sempre links internos

Links internos, como o próprio nome sugere, são ligações de uma página à outra de um mesmo site.

Em um blog, essa é uma estratégia obrigatória, já que a leitura de um artigo pode ser complementar e agregar ao conhecimento do usuário.

Se assim for e ele clicar no link, a rejeição já deixará de existir.

Faça o mesmo em todas as suas páginas, oferecendo mais conteúdo interessante ao usuário.

6. Fuja de pop ups

As janelas pop ups podem funcionar muito bem para conversão, mas há limite pequeno entre a funcionalidade do recurso e a irritação do usuário.

Se a cada movimento dele na página um pop up surgir, certamente isso vai acabar afugentando o visitante.

Tudo que acabar afetando a sua experiência e interrompendo a leitura funciona mais como um convite a fechar a página.

7. Garanta a boa usabilidade

Uma página precisa ser acessada e consumida facilmente.

Se você a polui visualmente ou enche de elementos pesados, que impactam na sua velocidade de carregamento, o usuário não vai ficar satisfeito.

E como a oferta na web é extensa, temos aí mais um estímulo para ele o abandonar.

Lembrando ainda que você deve ter esse mesmo cuidado no que diz respeito à exibição da página em dispositivos móveis.

Afinal, os smartphones são cada vez mais indispensáveis.

Segundo o IBGE, eles são usados como meio de acesso à internet em 97,2% dos domicílios conectados à rede no país.

Em 38,6% deles, inclusive, é só a partir do smartphone que os usuários navegam na web.

Não dá para brigar contra a realidade, não é?

Crie landing pages para capturar leads com o Klickpages

Crie landing pages para capturar leads com o Klickpages

Como as suas estratégias de captura de leads têm funcionado?

Ou você ainda não aproveita seu site, blog ou redes sociais para isso?

Para obter o contato do potencial cliente, você precisa oferecer a ele algo em troca, como um e-book, infográfico ou newsletter.

E a aceitação da oferta depende de uma landing page atrativa, com layout moderno, linguagem adequada, informações objetivos e um CTA que convide ao clique.

Não sabe como fazer? Use o Klickpages.

Veja só os três passos básicos para criar a sua:

  1. Escolha seu modelo: veja opções de alta conversão comprovada através de testes.

  2. Customize a página: depois, edite os textos, as cores e as imagens, além de ocultar elementos que pouco agregam.

  3. Publique: ao final, publique no próprio domínio, sem custos de hospedagem.

Conclusão

Taxa de rejeição conclusão

A bounce rate, ou taxa de rejeição, é uma métrica importante, mas ao mesmo tempo perigosa.

O perigo está no engano que ela pode produzir.

Como vimos neste artigo, nem sempre uma taxa com valores altos determina o insucesso da sua estratégia.

Por outro lado, é sempre importante trabalhar para que ela seja a menor possível.

Então, siga as dicas que conferiu ao longo da leitura e qualifique a sua estratégia de marketing.

E se o seu objetivo for capturar leads, não deixe de contar com o Klickpages, essa ferramenta que é uma verdadeira fábrica de landing pages fantásticas.

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Sobre o Autor

Hugo Rocha é co-fundador da Ignição Digital e do Klickpages. Já atuou diretamente nos bastidores dos maiores lançamentos digitais do Brasil. Atualmente está a frente da equipe de tráfego e crescimento da Ignição Digital e Klickpages liderando pessoalmente mais de R$ 4 milhões de reais em investimento em tráfego nos últimos 12 meses com ROI acima de 300%.