O que é UI design e por que sem ele você corre o risco de perder 75% dos seus potenciais clientes

O que é UI design e qual a diferença do UX design

Se você não sabe o que é UI design ou acha não precisa se preocupar com isso, que é só uma detalhe… Eu preciso te deixar alerta para uma parada.

Você está correndo o risco de perder 75% dos seus potenciais clientes. E não só perder, como também entregar de bandeja para seus concorrentes.

Eu estou te falando isso, porque uma pesquisa do Google mostrou que, se 75% dos usuários não encontram o que estão procurando em um site, as chances são que eles vão procurar em outro lugar.

E 59% ainda respondeu que se eles não encontram imediatamente o que estão buscando em um site mobile, passam rapidamente para o próximo da lista.

O fato é que é sua a responsabilidade, por meio do UI design (eu já vou te explicar o que é), de tornar as informações das suas páginas o mais acessível possível ao usuário.

E eu não estou falando de pegar tudo e colocar numa página, mas a forma como você coloca na página impacta, e muito, o resultado.

Sabe aquela parada de que as pessoas julgam o livro pela capa? Ela é real quando se trata do seu site ou blog.

Você pode produzir o melhor conteúdo, se a apresentação dele é ruim, se a aparência do seu site não é boa, não interessa. As chances são que as pessoas vão julgar seu conteúdo pela capa.

Se você parar para pensar, as lojas físicas se preocupam com isso. Elas arrumam a vitrine, deixam tudo limpinho, tem até lugar que é aromatizado para atrair o cliente.

No digital não deve ser diferente. Só que ao invés de um lugar físico, você faz isso com o seu site ou blog.

Se você quer conquistar clientes na internet, desde o primeiro momento você precisa mostrar que se preocupa com a experiência deles.

Porque é muito fácil julgar o conteúdo de uma página pela a aparência e passar para o próximo. O usuário está apenas a um clique no xizinho de distância de fazer isso.

Quer saber o que você precisa fazer para não correr o risco de perder 75% dos seus potenciais clientes? Então, continua comigo até o final que eu vou te mostrar:

  • o que é UI design;

  • por que investir nisso;

  • qual a diferença entre UI e UX design;

  • os 4 elementos principais de uma interface;

  • os 3 pilares básicos de interfaces para dispositivos móveis;

  • 9 dicas para criar interfaces atraentes e funcionais;

  • ferramentas de UI design;

  • e a evolução dos estilos de interfaces e o futuro do UI design.

Mas, primeiro… 

O que é uma interface?

O que é uma interface?

Antes de te explicar direitinho o que é UI design, você precisa entender o conceito de interface.

Talvez essa seja uma palavra que você já ouviu antes e sabe o que é, mas pode ser também que você não faça ideia do que se trata.

Por via das dúvidas, a interface é o meio pelo qual você interage com uma ferramenta. Pode ser um aplicativo, a tela de um site, o controle da sua televisão e até mesmo o menu do seu microondas.

Ela é a parte que está visível ao usuário e que permite que ele controle o objeto que está usando.

Por exemplo, você não mexe manualmente nas peças que compõem a sua televisão para trocar de canal. Você aperta os botões do controle remoto e, de acordo com as informações que aparecem na tela, você sabe o que está acontecendo.

Da mesma forma, quando você acessa um site, diversos processos estão acontecendo de forma invisível e estabelecendo a comunicação entre o seu computador e o servidor onde as informações estão armazenadas. 

Você não vê os bytes que estão sendo transmitidos, mas consegue acessar dados e realizar ações através da interface visual, ou seja, dos botões, textos, ícones…

E, por ser o meio que conecta e possibilita a interação entre usuário e ferramenta, é muito importante pensar no UI design. O que é isso? Eu te explico agora.

O que é UI design?

O que é UI design?

UI é a sigla de user interface, em português, interface do usuário. 

Isso quer dizer que UI design é a área que pensa e se preocupa com o planejamento, elaboração e criação de interfaces que sejam amigáveis para os usuários.

É uma parada que tem crescido consideravelmente nos últimos anos com o crescimento do mundo digital.

Afinal de contas, como o time de conteúdo fala bastante aqui no blog do KP, a experiência conta muito na hora de comprar algo na internet.

Uma site que é confuso, não traz as informações que o potencial cliente busca e é lento dificilmente vai gerar muitas vendas.

E esse é um dos motivos que eu vou te explicar melhor de…

Por que investir em UI design?

Por que investir em UI design?

Sem um design de interface de usuário bem planejado, as pessoas podem não conseguir realizar a ação esperada.

Por exemplo, recentemente, eu estava recebendo e-mails de uma empresa, sendo que eu não havia me registrado para a lista dela.

Numa tentativa de me descadastrar, eu acessei a opção cancelar inscrição no e-mail e fui redirecionada para uma página.

E foi aí que começou a segunda parte do problema.

Porque além de eu estar recebendo mensagens que eu não tinha solicitado, era impossível me descadastrar, já que o botão de voltar para a página inicial sobrepunha o botão de cancelar inscrição.

Sempre que eu tentava clicar no segundo, eu ia parar na home page.

Esse é o resultado de um UI design mal projetado: eu não consegui realizar a ação que eu gostaria.

Agora imagina isso em uma página de captura ou uma página de vendas… Quantos clientes não seriam perdidos por causa de um botão que não estava funcionando corretamente?

Como empreendedor, você provavelmente não gosta de deixar passar oportunidades de vender, mas é justamente isso que acontece quando não se investe em UI design.

Afinal de contas, não precisa de um erro tão grotesco como um botão que não funciona para fazer o seu potencial cliente desistir, basta ter informações difíceis de ser encontradas ou um site confuso para abrir margem para que seu público procure o concorrente.

Além disso, dependendo do tipo de produto ou serviço que você vende, a interface dele conta muito para que seu cliente fique satisfeito com a compra e seja fidelizado.

Como dá para perceber a interface influencia e muito na experiência do usuário, que é um dos fatores determinantes na hora da decisão de compra.

E por estar tão ligada à experiência, muitas pessoas acabam confundindo UI com UX design.

Mas, então…

Qual a diferença entre UI e UX design?

Qual a diferença entre UI e UX design?

UX é a sigla de user experience. Essa é uma área do design que pensa e planeja como o usuário vai se sentir ao usar um dispositivo, ferramenta ou acessar uma página, por exemplo.

O foco está nas emoções e em como o cliente ou potencial cliente se sentirá ao passar pelo processo de compra e ao usar o produto ou serviço adquirido.

O UX design é composto por vários aspectos que tornam possível a experiência e um deles é o UI design.

Afinal de contas, não há interação com um produto, ferramenta ou página sem que haja uma interface por meio da qual isso acontecerá.

Isso quer dizer que o UI design faz parte do UX design, mas projetar a experiência vai muito além de pensar apenas na interface.

Ou seja, a principal diferença entre os dois é que enquanto o UI está focado apenas em guiar o usuário para realizar a ação desejada, o UX pensa na experiência como um todo. 

Agora que você já sabe o que é o UI design, a importância dele para o seu negócio e a diferença para o UX, eu vou te explicar o que compõe uma interface.

Os 4 elementos principais de uma interface

Os 4 elementos principais de uma interface

Como eu te falei no início deste artigo, as interfaces vão desde uma página na internet até o painel de um microondas.

O que eu vou te falar nas próximas linhas serve para todo tipo de interface, mas a partir desse ponto eu vou focar mais em exemplos do mundo digital e de criação de páginas.

Então… 

Uma interface é composta basicamente de 4 elementos principais que vão possibilitar o uso e guiar o usuário para realizar a ação desejada. São eles:

1. Botões, componentes e formas

Essa é a base da interface, seja de um produto ou página. 

São esses elementos que vão organizar a estrutura e a forma como a informação é transmitida.

Por exemplo, ao criar uma página antes de colocar qualquer texto ou imagem, você precisa pensar em quais serão as seções de conteúdo, qual o posicionamento do botão, o formato dele, quais são os componentes que você quer colocar na página e como eles são organizados.

Depois entra:

2. Tipografia e copy

A copy é o texto persuasivo que você vai usar para levar o usuário a realizar a ação que você quer. Ela está presente na CTA do botão, na explicação sobre o produto ou serviço, nas informações sobre o seu negócio…

Mas fica atento que tão importante quanto o texto em si, também é a tipografia, ou seja, a fonte que você usa.

Tem estudos que comprovam que a mesma sequência de instruções escritas em fontes diferentes pode ser percebida como mais fácil ou difícil de executar.

3. Ícones

Os ícones são uma outra forma de transmitir a sua mensagem, sem precisar usar texto. Por exemplo o botão de enviar do WhatsApp ou os dois checks que significam visualizado.

Eles servem para complementar ou ilustrar algo que está escrito ou substituir a copy para aproveitar melhor alguns espaços, já que um ícone pode resumir o que seria necessário uma frase para explicar.

Na hora de escolher os ícones para colocar na sua página, opte pelos mais consagrados e utilizados, que a maioria das pessoas já sabe o significado.

E por último…

4. Cores

O quarto elemento principal da interface são as cores. Pode até parecer besteira, mas o fato é que elas comunicam e muito.

Por exemplo, numa página em que há um botão verde e um vermelho, espera-se que o verde seja para uma ação positiva e o vermelho para uma ação negativa.

Além disso, a combinação de cores e o contraste entre elas podem e devem ser usados para destacar as informações mais importantes da sua interface.

Fora esses 4 elementos, se você está pensando em criar uma página ou uma ferramenta que pode ser acessada por diferentes dispositivos (celular, tablet, desktop…), tem 3 coisas que você deve ficar atento.

Os 3 pilares básicos de interfaces para múltiplos dispositivos

Os 3 pilares básicos de interfaces para múltiplos dispositivos

Hoje em dia, 67% da população mundial usa dispositivos móveis e, desde 2016, o tráfego mobile vem superando o tráfego de desktop (computadores e notebooks).

Isso quer dizer que muitas páginas e ferramentas que foram criadas para computadores desktop precisam se adaptar a telas menores.

Afinal de contas, o que esses dados mostram é que é muito mais comum as pessoas usarem o celular para acessar a internet do que o computador.

Se as empresas não se adaptam à essa nova realidade, elas podem acabar perdendo uma quantidade considerável de clientes.

Mas não adianta só fazer uma versão para o mobile das suas interfaces, você precisa observar 3 princípios para que o uso de múltiplos dispositivos para acessar uma página ou ferramenta gere uma experiência uau.

1. Consistência

Uma página ou um aplicativo deve ser consistente e manter a mesma aparência tanto em telas grandes como em telas menores.

Isso significa que não dá para usar esquemas de cores diferentes, fontes diversas… de acordo com o tipo de dispositivo.

Por exemplo, o aplicativo da Netflix é imediatamente reconhecível, porque ele segue o mesmo padrão da versão web.

Consistência

2. Complementaridade

As interfaces para múltiplos dispositivos devem estar conectadas de forma que uma complemente a outra e gerando recursos adicionais.

Como assim?

Se você tem uma conta no Spotify, talvez já tenha reparado que você pode controlar a versão web usando o seu celular como se fosse um controle remoto.

Além da parada óbvia que seria o usuário conseguir escutar música, criar playlists… em todos os dispositivos, eles deram um passo a mais e criaram um recurso que só é possível por causa da complementaridade de interfaces.

3. Continuidade

E o terceiro pilar que você deve estar atento na hora de criar interfaces para múltiplos dispositivos é a continuidade.

O usuário precisa ser capaz de começar uma coisa em uma versão e continuar na outra. Sem isso, a experiência geral seria truncada.

Pensa só, você começa a assistir um filme no seu computador e quando vai acessar pelo aplicativo do celular ele não continua da onde você parou…

Ou, então, usa um editor de texto online e quando acessa pelo smartphone o arquivo que você escreveu não aparece lá.

Nem precisa falar o quanto isso seria desagradável.

Por isso, quando for criar interfaces para dispositivos diferentes é importante se pensar em como elas vão se integrar para que haja continuidade na experiência.

E agora é hora de colocar a mão na massa com as…

9 dicas para criar interfaces atraentes e funcionais

9 dicas para criar interfaces atraentes e funcionais

O processo de criação de interface não começa com você abrindo a ferramenta e colocando todos os componentes que você quer lá dentro.

Primeiro, tem uma fase de pesquisa de referências para você encontrar outras páginas, por exemplo, que seguem a linha que você quer.

Depois vem a etapa de esboço que é quando você faz um rascunho, pode ser no papel ou numa ferramenta própria para isso, para ter uma ideia de como vai ficar.

Aí vem o protótipo, que é a versão do seu projeto que você vai usar para fazer testes, pedir a opinião de outras pessoas, possíveis usuários, para ver se o que você criou faz sentido e funciona bem.

Só, então, é que você tem em mãos uma interface pronta para disponibilizar para todo mundo. \o/

Pensando nesse processo como um todo, eu separei aqui para você 9 dicas que vão te ajudar a criar interfaces atraentes e funcionais.

Olha só:

#1 Teste e não tenha medo de fazer alterações 

A primeira coisa que você tem que ter em mente é que cada público é um público e o que funciona para um não necessariamente vai dar certo para o outro.

Por exemplo, eu já ouvi pessoas reclamando que iPhones são difíceis de mexer e outras que Android é que é complicado.

O que isso quer dizer? Que determinados grupos se adaptam melhor a uma interface e não à outra. 

Mas não significa que uma é objetivamente melhor do que a outra e que de agora em diante tudo deve seguir um mesmo padrão.

A grande sacada é entender o que funciona melhor para o seu público na hora de criar suas páginas, ferramentas, produtos… 

E isso é o tipo de coisa que você descobre testando e fazendo adaptações e alterações.

#2 Projete pensando no usuário

Mais importante do que você gostar ou achar bonito, é como o usuário vai reagir à interface.

O seu foco deve ser 100% no público e no nível de proficiência dele. 

Por exemplo, a aparência de um aplicativo voltado para crianças é completamente diferente de um para adultos. 

Isso porque além de o primeiro grupo não entender comandos tão complexos quanto o segundo, as cores e os ícones precisam ser bem mais atrativos para chamar a atenção dos mais jovens.

#3 Foco na usabilidade

Não adianta nada você criar uma interface esteticamente bonita se o usuário não consegue fazer o que ele quer.

A primeira coisa que você tem que se preocupar é se as possíveis ações estão claras, os botões são fáceis de clicar (lembre-se que no mobile as pessoas usam os dedos para clicar), os links levam para os lugares certos…

Afinal de contas, é melhor ter uma página que não é tão bela mas converte visitantes em leads do que o contrário.

#4 Seja simples

Já comprou uma máquina de lavar ou outro eletrodoméstico que você precisou ler um manual para descobrir como usar?

Lá em casa mesmo, meu pai sabe configurar a máquina apenas para um tipo de lavagem, porque o painel não é tão intuitivo assim.

O que é um sinal de que a interface do aparelho não é simples.

Se você quer aumentar suas conversões e satisfação do cliente, quanto mais simples e fácil for navegar por suas páginas ou utilizar seu produto, mais chances você tem de alcançar seu objetivo.

#5 Facilite o acesso às informações

Se o foco de uma interface é a usabilidade, isso também quer dizer que as informações mais importantes devem estar em destaque.

Para isso você pode usar cores, contraste e até mesmo o tipo de fonte e o peso dela (se é negrito ou não).

Além disso, as informações não tão importantes também têm que ser fáceis de serem encontradas e acessadas. 

Nada de fontes muito pequenas, cores parecidas com o plano de fundo ou, então, fazer com que o usuário precise de ir de uma página para outra várias vezes até encontrar o que quer.

#6 Dê feedback ao usuário

Por que o microondas acende a luz e faz um beep quando começa a funcionar? O alarme do carro geralmente apita quando as portas são trancadas? A televisão mostra os números que você apertou no controle antes de a troca de canal acontecer?

Todos esses são mecanismos de feedback, são formas de indicar para o usuário de que a ação que ele fez de fato aconteceu.

Isso é importante para evitar que as pessoas façam tentativas repetidas de fazer algo que elas já executaram, percam tempo ou até mesmo causem algum problema com essa repetição.

#7 Crie um padrão para sua interface

Eu já falei um pouco sobre isso no tópico sobre consistência entre dispositivos múltiplos, mas isso vale para a sua interface como um todo.

Por exemplo, se numa página do seu site o botão verde serve para uma ação positiva e na outra para uma ação negativa, isso vai gerar confusão.

O que não é nada bom já que confusão prejudica a experiência do usuário.

#8 Facilite desfazer uma ação

Se o usuário fizer alguma ação errada como, por exemplo, ir para uma página que ele não gostaria, é importante que ele tenha opções para desfazer isso.

No caso de sites, isso pode ser resolvido com um menu de navegação para voltar para a página inicial.

Ferramentas online podem oferecer um botão de desfazer ou o atalho Ctrl + Z…

É claro que nem toda ação é possível ser revertida, como se cadastrar em uma página de captura. 

Mas dentro do possível, o ideal é que quando isso for viável que seja de forma simples e esteja claro para o usuário. 

#9 Repita a CTA

Por último, uma boa interface é redundante. Isso significa que ela oferece diferentes formas de chegar ao mesmo ponto.

Por exemplo, uma página de captura deve ter o botão de CTA (chamada para ação) em diferentes lugares para que o usuário consiga achá-lo facilmente mesmo que ele já tenha rolado algumas vezes a tela.

Agora que você já viu 9 dicas valiosas para planejar e criar a interface das suas páginas, produtos ou ferramentas, eu vou te mostrar…

Ferramentas de UI design

Ferramentas de UI design

Os profissionais da área de UI design começam o seu trabalho antes de o projeto ser colocado em execução.

O que eu quero dizer com isso é que antes que um programador comece a desenvolver o código de uma página, o UI designer já está desenhando a interface.

Antes que qualquer peça de um microondas seja montada, o designer já começou o seu trabalho.

Como tudo ainda está no papel, o UI designer trabalha com ferramentas para projetar a interface e ter uma visão de como ficará o resultado final. As mais populares são:

Adobe Photoshop e Illustrator

O Photoshop e o Illustrator são duas ferramentas pagas da Adobe que servem para a edição de imagens e ilustrações.

Eles já foram bastante usados para a criação de interfaces, mas atualmente existem softwares mais recentes e mais voltados para essa área, o que tornou os dois obsoletos.

Sketch

O Sketch é um dos editores de gráficos mais utilizados para a criação de interfaces web e mobile e protótipos. 

Ele é pago, mas tem uma versão de teste gratuita, e está disponível apenas para Mac.

Figma

O Figma é uma ferramenta online colaborativa para a criação de interfaces. Isso quer dizer que times podem trabalhar juntos em tempo real sem precisar ficar trocando arquivos.

Ele tem uma versão gratuita com limite de 2 editores e 3 projetos, mas você também pode optar pelas versões pagas que têm um limite maior e oferecem mais recursos. 

Adobe Experience Design (Adobe XD)

Para não ficar para trás, a Adobe desenvolveu uma ferramenta de design de experiência do usuário (e como você já sabe a UI faz parte da UX).

O Adobe Experience, também conhecido como Adobe XD, traz a possibilidade de armazenar tudo na nuvem e trabalhar de forma colaborativa.

Ele tem um versão gratuita bem limitada, além das opções pagas para usuários individuais e equipes.

A evolução dos estilos de interface e o futuro do UI design

A evolução dos estilos de interface e o futuro do UI design

Antes de finalizar esse artigo, eu queria trazer para você um pouco de como os estilos de interface evoluíram no meio digital.

Eu acredito que isso possa servir de inspiração para você na hora de planejar e editar o design de suas páginas e ferramentas.

Vamos lá?

Tudo começou com o…

Skeumorfismo

Apesar do nome meio estranho, as chances são que você está familiarizado com esse estilo do design.

O skeumorfismo tenta reproduzir o mundo físico no meio digital e gráfico por meio de texturas, sombras, gradientes e proporções.

Ele era muito comum quando os computadores se popularizaram e até mesmo quando surgiram os primeiros aplicativos para smartphones.

Trouxe aqui para você alguns exemplos desse estilo:

Skeumorfismo

Skeumorfismo

Flat

Esse já é completamente o oposto do primeiro. 

O design flat é minimalista e traz cores e formas chapadas, isso é, não tem mais as texturas, sombras e efeitos que davam volume às imagens.

Além disso, as formas são mais simplificadas e não têm a intenção de imitar exatamente um objeto do mundo físico

Olha aqui alguns exemplos: 

Flat

Flat

Material design

O material design é o mais recente e foi criado pelo Google. Este estilo foi inaugurado em 2014 quando a empresa lançou uma nova versão do Android.

Ele se parece um pouco com o flat, mas possui sombras e gradientes, o que dá a percepção de profundidade dos objetos.

Esses são exemplos do material design:

Material design

Material design

E o futuro?

Como deu para perceber, o design e, consequentemente, as interfaces foram mudando ao longo dos anos.

E a tendência é que isso continue acontecendo, principalmente agora que estão surgindo dispositivos comandados por voz, como a Alexa (a assistente virtual criada pela Amazon).

Isso significa que no futuro é bem possível que tanto quanto o visual, a interação por voz vai demandar uma atenção especial dos profissionais de UI e UX design para garantir a usabilidade dos aparelhos.

Afinal de contas, a interface é o meio pelo qual o usuário interage com uma ferramenta e não necessariamente esse meio precisa ser visual, mas também pode ser auditivo.

A ferramenta que facilita a criação da interface das suas páginas

A ferramenta que facilita a criação da interface das suas páginas

Projetar e criar uma interface é trabalho para um profissional da área, já que isso demanda um certo conhecimento técnico de design.

E como você viu existem vários pontos que você precisa levar em consideração para que a UI não prejudique a experiência do usuário.

Mas eu sei que nem toda empresa tem um UI designer dedicado e quem está começando no empreendedorismo nem sempre tem condições de contratar esse tipo de profissional.

Por isso eu trouxe aqui um dica final para você.

Existe uma ferramenta de criação de página que oferece modelos interfaces de alta conversão comprovadamente testados no campo de batalha.

Isso quer dizer que modelos que grandes players do mercado já usaram e usam estão disponíveis para que você possa aplicar na sua página e customizar com a sua mensagem.

Além disso, você tem flexibilidade para trocar as cores e imagens, adicionar novas seções e ocultar elementos que não agregam.

E, depois que está tudo pronto, basta apenas um clique para você publicar a sua página sem precisar contratar servidores ou serviços de hospedagem adicionais.

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Conclusão

O que é UI - Conclusão

Neste artigo, você viu por que o UI design é importante para que você não perca 75% dos seus potenciais clientes.

Ele é a área que projeta e cria as interfaces pelas quais os usuários vão utilizar para interagir com as ferramentas, páginas, aplicativos…

E faz parte do UX design, ou seja, o design da experiência do usuário.

Além disso, eu te mostrei quais são os 4 elementos principais de uma interface:

  1. botões, componentes e formas;

  2. tipografia e copy;

  3. ícones;

  4. e cores.

E também os 3 pilares básicos de interfaces para dispositivos múltiplos:

  1. consistência;

  2. complementaridade;

  3. e continuidade.

Depois, você viu 9 dicas para te ajudar a criar interfaces atraentes e funcionais, dentre elas, a importância de testar e o foco na usabilidade.

E, por último, falei quais são as ferramentas mais utilizadas para colocar tudo em prática e te contei um pouco sobre a evolução dos estilos de design.

O que você achou deste artigo? Me conta aqui nos comentários, vou adorar saber! 😉

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Sobre o Autor

Angela de Oliveira

Meu nome é Angela, mas algumas pessoas me chamam de Angel. Faço parte do time de conteúdo do Klickpages e sou apaixonada por tecnologia e marketing. Uma das minhas coisas favoritas é falar sobre redes sociais e anúncios. Além disso, sou especialista em informações aleatórias (você sabia que o Alaska está mais perto da Rússia do que Brasília de Goiânia? Pois é...), fã de country americano e louca em esportes. Acompanho de tudo, mas meus favoritos são Fórmula 1 e futebol, inclusive assisto a jogos mesmo quando o meu time (Palmeiras <3) não está em campo. Ah, eu acredito que música de natal deveria tocar o ano inteiro e Christmas Peaceful Piano está entre as 3 playlists mais tocadas no meu Spotify.

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