O que é Remarketing, para que serve, vantagens e dicas de como fazer

Se você quer mais conversões e mais vendas, precisa dominar o remarketing.

Esse é um conceito relativamente novo, mas com o qual você certamente já teve contato.

Sabe aquela impressão de estar sendo seguido por alguma publicidade na internet?

Ao navegar em blogs ou realizar pesquisas no Google, notamos uma série de anúncios, gráficos ou textuais, de itens nos quais temos interesse ou pelos quais já buscamos anteriormente.

Muitas pessoas não sabem, mas eles não estão ali por mera coincidência.

Isso é o remarketing em ação.

Quando essa estratégia está bem estruturada, pode alavancar as vendas do seu negócio e com baixo custo de investimento.

Para ajudar você nessa jornada, preparamos este artigo.

Você vai saber o que é remarkerting, como funciona, como fazer e ter contato com dicas para começar hoje mesmo a explorar todo o seu potencial.

Quer melhores resultados para as suas campanhas?

Então, siga a leitura!

O que é remarketing?

Remarketing é a ferramenta de retargeting própria do Google. Sua função é marcar e identificar os usuários que já visitaram seu site. Assim, passa a exibir com maior frequência seus anúncios para esse público, quando navega por outras páginas que aceitam os anúncios da rede de display do Google.

O termo “targeting” vem do inglês e quer dizer mirar.

Logo, retargeting significa mirar de novo.

E é justamente o que essa ferramenta faz.

Ela exibe os anúncios para quem já demonstrou interesse no produto.

Dessa forma, se coloca como uma excelente ação de indução do usuário para fechar o negócio.

Para que serve o remarketing?

O remarketing serve para gerar um maior número de conversões, qualificando-se como estratégia para aumento nas vendas.

Essa maior efetividade é alvo da nova exibição do anúncio ao potencial cliente.

Afinal, dificilmente ele executa a compra na primeira vez que tem contato com a sua publicidade.

Basta analisar o próprio comportamento enquanto consumidor e sua experiência do outro lado do “balcão”.

Você costuma ver um anúncio na rede de display e já fazer a compra?

Difícil, não é mesmo?

Quando o produto ou serviço tem um processo de vendas mais complexo, que exija uma demonstração ou o envio de um orçamento, por exemplo, isso se torna ainda mais raro.

Nesse contexto, o remarketing cai como uma luva.

Seu objetivo é manter a marca presente na cabeça do usuário, exibindo frequentemente os anúncios até que ele decida fechar a compra.

A ferramenta casa perfeitamente com o inbound marketing.

Afinal, serve para atingir o usuário com a mensagem certa para o estágio do funil de vendas no qual ele se encontra.

Dessa forma, pode conduzi-lo pelas demais etapas até chegar na compra e, posteriormente, na fidelização desse cliente.

Como funciona?

Até parece mágica.

O Google identifica você e os anúncios daquele produto no qual tem interesse.

Depois, por onde você navega, essa publicidade o “persegue”.

Lembra até aquele famoso apresentador de tv que diz “compre, compre, compre”, como se martelasse a necessidade de consumo sobre a sua cabeça.

Mas o processo do remarketing funciona de uma maneira muito simples.

Vamos explicar com um exemplo.

Antes de tudo, porém, cabe lembrar que, para funcionar, você precisa instalar a tag de remarketing no seu site (mais à frente vamos falar sobre ela).

Então, imagine que você quer comprar um sapato novo.

Como a maioria das pessoas atualmente, vai ao Google e faz uma pesquisa para conhecer modelos e identificar preços.

Quando você clica no anúncio e é direcionado para o site, um cookie é armazenado no seu computador.

Pense como um pequeno arquivo, não malicioso, mas que serve para o Google o identificar na rede quando estiver visitando sites parceiros.

É a partir disso que o buscador passa a mostrar anúncios relacionados ao produto ou a outras ofertas nos espaços reservados para essa exibição.

E isso não acontece em um único dia ou noite.

O remarketing não funciona em questão de horas.

A ferramenta fica exibindo o anúncio para você por mais ou menos 30 dias, sempre com o intuito de influenciar a compra.

Por isso, as vezes, ficamos com a impressão de estarmos sendo perseguidos por uma determinada marca ou por aquilo que ela oferece.

Vantagens

A principal vantagem do remarketing está na economia, é claro.

Mas a ferramenta oferece muitos outros benefícios.

Quer ver só?

  • Exposição da marca: quanto mais um cliente potencial estiver exposto à sua marca, mais provável se torna de ele negociar com você quando decidir fazer a compra.

  • Taxas de conversão mais elevadas: essa exposição acentuada da marca leva a maiores taxas de conversão para suas campanhas. Manter sua marca na lembrança dos consumidores aumenta suas chances de uma venda futura.

  • Melhor ROI: melhores taxas de conversão, por consequência, geram um retorno mais rápido do seu investimento e um menor custo por venda.

  • Segmentação de audiência: você pode focar seus esforços de remarketing visando públicos específicos, tomando como base seus interesses ou dados demográficos. Pode até segmentar leads quentes como aqueles visitantes do site que abandonaram o carrinho, guiando-os até compra.

  • Orçamento flexível: como todas as outras ferramentas de publicidade do Google, você tem controle completo do orçamento e relatórios robustos para ajudá-lo a tomar decisões inteligentes quanto aos gastos. Você também pode ver quais sites da rede de display têm o melhor desempenho para otimizar as mensagens e orçamentos para páginas específicas.

Percebeu como o remarketing ajuda a impactar as pessoas certas, que mostraram interesse em seus produtos ou serviços?

Cada impressão adicional aumenta as chances de você ganhar um novo cliente.

E até mesmo quem já compra de você, ou já comprou no passado, pode ser atingido por essa estratégia de marketing.

Você se beneficia por eles serem regularmente lembrados de sua marca.

Formas de remarketing

As estratégias de remarketing podem ser executadas de três formas principais: a rede de display e a rede de pesquisa do Google, além do Facebook, a maior rede social do mundo.

Vamos falar em detalhes sobre cada uma delas agora.

Rede de Display

Já reparou nos banners ou em outros anúncios gráficos que aparecem em sites que você está visitando?

Eles fazem parte da chamada rede de display do Google.

Ela conta com milhares de sites parceiros, que permitem que os anúncios sejam exibidos em suas páginas.

Nesse formato, o anunciante escolhe como quer pagar pela veiculação, se é pelo número de cliques no anúncio (CPC) ou de acordo com o número de vezes que ele é exibido (CPM).

Além disso, os anúncios da rede display tendem a ser mais interativos e chamam bastante a atenção dos usuários.

Rede de Pesquisa

Ao contrário dos anúncios de display, os anúncios da rede de pesquisa aparecem diretamente na página de resultados.

Além da própria página de pesquisa do Google, as propagandas acabam sendo exibidas em outras ferramentas da empresa também, como o Google Maps e o Google Shopping, além dos demais sites parceiros que integram a rede.

Os anúncios dessa rede tendem a ter maiores taxas de conversão.

Isso acontece porque eles irão aparecer quando o seu produto ou serviço estiver relacionado com as palavras-chaves que o usuário está utilizando para resolver a sua dúvida ou problema.

Sua utilização no remarketing é mais recente que a rede de display.

Mas como o comportamento de consumo vem mudando rapidamente, com a revolução dos micro-momentos, foi vista a necessidade de se utilizar o remarketing para reforçar a venda no instante em que o usuário está pesquisando novamente por aquele mesmo tema.

Facebook

Você já notou também a quantidade de anúncios patrocinados que aparecem no seu feed do Facebook?

Essa é uma tática que lembra bastante os anúncios da rede de display.

Afinal, também costumam ser mais interativos e criativos, o que pode dar bons resultados para empresas de qualquer porte.

Isso porque a rede atingiu a marca de 2 bilhões de usuários em 2017.

Impactar uma maior audiência e muito mais segmentada ficou bem mais fácil.

E claro, você quer que sua empresa seja encontrada e lembrada pelos seus clientes, não quer?

Qual a melhor forma para meu negócio?

Agora que conhece as três formas de fazer remarketing, pode estar diante desta dúvida comum.

Afinal, qual delas escolher?

Em primeiro lugar, é claro, cabe avaliar a sua necessidade, seus objetivos e, principalmente, os canais mais utilizados pelo seu público.

Você precisa conhecer em detalhes a sua persona, que corresponde à representação do seu cliente ideal.

Mas mesmo após ter essa definição, não há necessariamente a obrigação em fazer uma escolha.

A verdade é que os três formatos podem funcionar muito bem, trabalhando em conjunto e aumentando o reconhecimento da marca.

O ideal, como já dito, é analisar o comportamento do seu público, como ele busca conteúdo e soluções no mundo virtual.

Depois, tentar adequar isso com a realidade do seu negócio para ter uma comunicação mais assertiva.

Caso não queira ou não seja possível investir nas três formas ao mesmo tempo, é interessante ir fazendo testes para descobrir em qual delas há resultados mais expressivos.

Como fazer remarketing

Agora que você já sabe para o que serve, como funciona e os formatos disponíveis de remarketing, é hora de descobrir como fazer ele acontecer de fato na sua empresa.

Selecionamos algumas dicas essenciais para ajudar a configurar a sua estratégia de remarketing.

Confira!

Crie audiências relevantes

Em primeiro lugar, você precisa definir bem a audiência para que seus anúncios gerem retorno.

Mas como fazer isso?

O bacana aqui é criar várias listas de remarketing, fazendo isso de acordo com as suas prioridades e objetivos.

Uma lista com aqueles usuários que abandonaram o carrinho, por exemplo, pode ser uma boa forma de reforçar a sua oferta e incentivá-los a concluir a compra.

Crie anúncios específicos para cada público

Agora que você identificou as audiências mais relevantes, é hora de criar anúncios específicos para cada uma delas.

Nada de enviar o mesmo anúncio para todas as listas.

Isso ajuda a conduzir o usuário mais facilmente pelo funil de vendas, mostrando o produto certo na hora exata.

Além disso, é preciso levar em conta os interesses do visitante também.

O usuário que abandonou o carrinho talvez esteja mais propenso à compra do que outro que ainda está conhecendo a sua solução, e que visitou a página dos preços algumas vezes.

Para esse último, anúncios com desconto podem fazer com que ele feche um negócio, por exemplo.

Use landing pages de alta conversão

Landing page é outro termo inglês e, em tradução livre, quer dizer “página de pouso”.

Em outras palavras, são as páginas para as quais os usuários são direcionados após clicarem no anúncio.

Por isso, além de ter um anúncio atrativo, sua landing page precisa ser bem estruturada.

Esse é o segredo para aumentar as chances daquele visitante se converter em um lead.

Além de deixar bem claro no conteúdo da página o benefício que o usuário terá com aquela oferta, existe uma série de outras boas práticas para garantir que as landing pages tenham altas taxas de conversão.

As ferramentas disponíveis no mercado, como o Klickpages, possibilitam criar suas landing pages de forma rápida e fácil.

Isso sem falar nas opções de personalização que ajudam a otimizar seu desempenho.

Analise os resultados de seus esforços

Para evitar que o seu investimento seja um fracasso, é preciso estabelecer métricas.

Elas permitem mensurar os resultados dos seus anúncios.

Afinal de contas, você quer saber se está no caminho certo, não é?

Muitas empresas ficam presas apenas no CPC como métrica principal e se esquecem de dar atenção a outras também importantes, como o Custo por Aquisição (CPA).

O CPA mostra o valor monetário real da aquisição do cliente e ajudar a calcular o ROI da estratégia.

Por isso, após definidas as métricas, o ideal é manter o acompanhamento constante para realizar possíveis ajustes com foco na otimização das campanhas.

Não exagere na quantidade de exibições para um único usuário

Ao mesmo tempo em que o remarketing pode ajudar na geração de novas receitas, ele pode chatear o usuário.

Isso acontece com a saturação na exibição do anúncio, o que talvez o incentive a não comprar de jeito nenhum, que é o oposto do desejado.

Por isso, é sempre bom planejar a quantidade de impressões, ou seja, quantas vezes aquele anúncio será exibido para o usuário.

Essa estratégia tem por objetivo não tornar a campanha massante e invasiva, afugentando aquele possível cliente.

Em tempos de AdBlock (bloqueador de anúncios), o ideal é não mais que 10 exibições por pessoa.

3 principais erros das campanhas de remarketing

Agora que você já sabe quase tudo sobre remarketing, é hora de compreender o que não deve ser feito.

Selecionamos erros comuns, mas que podem passar despercebidos na aplicação da sua estratégia

Lembrando que, estar atento a eles evita desperdício de orçamento e possibilita a otimização das campanhas em tempo real.

Não excluir audiências específicas (listas negativas)

Da mesma forma que se deve criar audiências específicas, é preciso criar listas negativas.

Nelas, deve estar aquele público para o qual você não quer que a sua mensagem seja exibida.

Uma boa prática é colocar aqueles usuários que já foram convertidos na lista negativa, como os clientes que já compram, por exemplo.

Nesses casos, a exibição dos anúncios não influenciará em nada, a não ser em gastos desnecessários para a sua empresa.

Não adequar a exibição

Como falamos, não adianta saturar o usuário com a exibição do produto 24 horas por dia.

Isso pode colocar em risco o sempre importante relacionamento entre ele e a sua marca.

Para você saber como impactá-lo da melhor forma possível, é preciso estudar a sua atividade na rede.

Verifique quais os horários de pico de navegação, quando estão mais propensos a interagir, qual o horário que converte mais, entre outros fatores.

Com esses dados em mãos, você consegue otimizar a sua campanha e programar os anúncios para os horários nos quais o seu público está mais disposto a fazer a compra.

Também se certifique de que o seu anúncio seja claro, direto e que realmente cumpra com aquilo que ele está oferecendo.

Não inserir a tag de remarketing nas páginas do seu site

Parece óbvio, mas esse é um dos erros mais comuns.

Colocar a tag de remarketing em todas as páginas do seu site garante que sua campanha tenha mais repercussão e, possivelmente, alguma venda feita através de um anúncio.

Além disso, os dados a respeito do comportamento dos usuários sobre aquelas páginas que não apresentam a tag acabam sendo perdidos.

É um erro amador, mas acontece.

Não dê essa bobeira.

Crie landing pages para sua campanha de remarketing com o Klickpages

Se você quer uma campanha de remarketing de sucesso, não pode abdicar de uma landing page bem construída.

Já falamos sobre isso antes.

Esse é o instrumento responsável por capturar os dados do visitante, convertendo-o em lead.

É também através dele que você entrega aos potenciais clientes aquilo que eles desejam, de acordo com seu estágio no funil de vendas.

E não há como ter sucesso no remarketing, assim como no marketing tradicional, sem saber conversar com seu público, ser notado e despertar nele o interesse por aquilo que oferece.

Se você ainda não utiliza seu site ou blog para capturar leads, está perdendo uma oportunidade.

Ao conversar com o consumidor em artigos ou ao apresentar promoções, não perca a chance de obter seu contato para, depois, promover abordagens mais direcionadas.

Isso pode acontecer a partir de um convite para assinar uma newsletter, para receber novidades por e-mail, para baixar um e-book ou para se inscrever em um curso gratuito.

Não importa a ação, caprichar na landing page é condição obrigatória para aumentar as conversões desejadas.

E, para isso, o Klickpages é a ferramenta ideal.

Veja os três passos básicos para criar a sua:

  1. Escolha seu modelo: veja opções de alta conversão comprovada através de testes.

  2. Customize a página: edite os textos, as cores e as imagens, além de ocultar elementos que pouco agregam.

  3. Publique: com tudo pronto, publique no seu próprio domínio, sem custos adicionais de hospedagem.

Faça as suas campanhas decolarem com o Klickpages!

Conclusão

Neste artigo, conversamos sobre remarketing e os anúncios que perseguem o cliente na web.

Essa é uma estratégia econômica e eficiente de gerar conversões e vendas.

Como cada vez mais é no mundo digital que as pessoas procuram respostas e soluções, investir na ferramenta é condição quase que obrigatória.

Como dica final, garanta o equilíbrio.

É preciso saber quando impactar o usuário com suas publicidades, mas também a hora de interromper a exibição.

Não faça do remarketing um tiro no pé.

Use o seu potencial para construir uma marca mais forte e atrativa.

E no momento de criar sua landing page, conte com o Klickpages e suas facilidades.

Bons resultados o esperam!

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Sobre o Autor

Hugo Rocha é co-fundador da Ignição Digital e do Klickpages. Já atuou diretamente nos bastidores dos maiores lançamentos digitais do Brasil. Atualmente está a frente da equipe de tráfego e crescimento da Ignição Digital e Klickpages liderando pessoalmente mais de R$ 4 milhões de reais em investimento em tráfego nos últimos 12 meses com ROI acima de 300%.