O que é Google Analytics: a ferramenta que ajuda a criar estratégias que convertem

Não saber o que é Google Analytics ou não usá-lo de forma eficiente é como ter uma constante crise de labirintite.

Eu explico…

Recentemente, descobri que tenho labirintite. Acordei um belo dia e, de repente, tudo girou. Virava para um lado e tudo girava. Virava para o outro lado e tudo girava de novo.

Um sensação horrível.

Por conta disso, eu andava devagar porque tinha muita instabilidade. Não abaixava a cabeça com medo de cair.

Resultado: atestado de três dias, porque eu não podia me movimentar muito.

Isso tudo porque tive uma vertigem provocada pela desordem dos cristais que existem dentro do labirinto no ouvido.

Eu não sei se você sabe, mas são esses cristais de cálcio que auxiliam a localizar a posição da nossa cabeça. Quando os cristais estão fora do seu lugar certo, eles geram um conflito de informações.

Tudo fica instável…

Por que eu estou te falando isso?

Porque a mesma coisa acontece quando você tem um site com “conflito de informações”. A sensação é de instabilidade e perigo o tempo todo.

Sem os dados corretos, fica complicado saber qual conteúdo é mais importante para a sua audiência ou entender por que o número de e-books baixados, por exemplo, não alcança o esperado.

Você fica com aquela sensação de não saber para onde ir e acaba andando mais devagar ou pisa em falso ou enxerga tudo embaralhado.

No marketing digital, analisar o desempenho das campanhas e entender o comportamento dos visitantes que acessam o seu site é essencial para alcançar os objetivos traçados.

No meu caso, para evitar a labirintite e, consequentemente, a tontura, eu preciso manter uma alimentação saudável e fazer exercícios com regularidade.

Agora, no seu negócio, para manter um site com qualidade, e, assim, evitar a instabilidade, é importante monitorar dados de tráfego.

E como monitorar esses dados? Com o Google Analytics.

Segue aqui comigo que eu vou te mostrar o que é essa ferramenta e como usá-la de maneira eficiente na sua estratégia de marketing.

Vamos lá?

O que é Google Analytics

O Google Analytics é um sistema do Google que reúne várias ferramentas de monitoramento de tráfego. É basicamente uma plataforma de monitoramento de audiência.

Ele é gratuito e pode ser instalado em sites, blogs e até mesmo em lojas virtuais.

Com o Analytics fica mais fácil entender o comportamento das pessoas que passam pelo seu site. Assim, é possível avaliar o desempenho do seu conteúdo, dos seus produtos, da sua estratégia de marketing e muito mais.

O objetivo do Google Analytics não é apenas saber quantos usuários acessam o seu site (claro que isso é importante), mas sim como eles se comportam ao navegar pelos posts e seções do site.

A partir do momento que uma pessoa entra no site, o Analytics “fica no pé” dela até que ela feche a página.

Ok, mas como ele faz para coletar esses dados e gerar relatórios tão completos, até em tempo real?

O Google Analytics coloca várias linhas de código de acompanhamento no seu site. Não vou entrar muito nesse tema, porque é papo de programador e você não precisa saber desses detalhes para aproveitar a ferramenta ao máximo.

Mas esse código registra várias atividades dos usuários dentro da sua página, assim como informações como idade, sexo, interesses, local de acesso, etc.

Os dados são coletados e agrupados, principalmente, em quatro níveis:

  • Nível de usuário (ligado às ações do usuário dentro do site)

  • Nível de sessão (conta cada visita individual e quanto tempo de navegação)

  • Nível de exibição de página (cada página individual visitada pelo usuário)

  • Nível de evento (cliques de botão, visualizações de vídeo, downloads)

Dados oferecidos pelo Google Analytics

O Google Analytics oferece tantos recursos e tantos dados, que é difícil encontrar alguém que não goste do sistema.

Atualmente, ele é considerado uma das principais ferramentas de gerenciamento e planejamento de conteúdo online.  

(E só lembrando: é de graça!)

Na boa, o Analytics é um verdadeiro mapa da mina para quem quer entender melhor a interação dos usuários com um site, blog ou e-commerce.

Porque o fato é que não dá para criar boas estratégias sem analisar os dados do seu negócio.

Pra você ter uma ideia, separei algumas informações básicas que o Google Analytics entrega.

Olha só:

Mas é bom lembrar que o Google Analytics não é bola de cristal. Ele não revela segredo nenhum. O sistema gera vários relatórios, com muito dados, mas quem faz a interpretação disso tudo é você.

Por isso, separe um momento para entender as informações que estão ali.

Mas se você ainda está na dúvida se é realmente importante usar o Google Analytics para mensurar as métricas do seu site e entender se a sua estratégia de marketing está funcionando ou não, segue aqui comigo.

Vou te explicar por que você deve fazer isso agora mesmo…

Por que usar o Google Analytics?

Muitas dúvidas em relação a um site, blog ou e-commerce podem ser solucionadas simplesmente abrindo o Google Analytics.

Ele funciona como um mapa de metrô porque tem todas as informações que você precisa para chegar ao lugar que você quer: as linhas, estações, horários, valores…

Enfim, tudo o que é necessário você saber para fazer a sua rota.

Mas você só segue se quiser. Dá para andar de metrô e descobrir sozinho quais são as linhas mais importantes para o seu caminho.

Só que com o mapa é bem mais eficiente.

A grande sacada do Google Analytics é que, com ele, você mesmo pode fazer o mapa do seu site e entender o que pode ou não ser feito para que sua estratégia de marketing seja um sucesso.

Separei aqui três motivos para você começar a usar agora mesmo o Google Analytics:

1 – Entender o melhor horário para suas ações

Você sabe qual é o melhor horário para postar seu conteúdo? Sabe que horas o seu público está mais engajado com o seu site? Já se perguntou quais dias do mês o site recebe mais visitas?

Se você não tem nenhuma dessas informações, as chances são que você está correndo numa esteira, ou seja, está se esforçando muito, mas não sai do lugar.

Com esses dados, além de poder programar os conteúdos nos melhores dias e horários, você evita um problema bem chatinho: agendar uma atualização no site no momento de maior pico.

2 – Descobrir causas para o abandono do seu site

Analisar a taxa de rejeição dos visitantes do seu site é importante. Você tem uma noção de quantas pessoas passam pelo seu site e saem sem clicar em nada?

Se você vende um produto ou serviço e seu site não gera vendas, já dá para saber que tem algo de errado.

Mas será que o problema está no produto/serviço ou no seu site? Com o Analytics fica mais fácil entender isso.

3 – Compreender quais os dispositivos utilizados por seus visitantes

Hoje em dia não dá para criar sites sem otimização para celulares e tablets. E isso é uma diretriz do Google. Ou seja, sites sem essa otimização ficam prejudicados nos resultados de buscas.

Analisando seu tráfego por meio do Analytics é possível saber qual dispositivo tem sido mais utilizado por seus visitantes para acessar seu site: desktop ou mobile.

Dependendo dos resultados, você decide em qual dispositivo investir mais.

Agora que você já sabe os motivos para usar essa ferramenta, fica a pergunta: será que dá para fazer marketing digital sem Google Analytics?

O fato é que dá, mas eu não recomendo. E eu te mostro a razão…

Google Analytics no marketing digital

No Marketing Digital, é ineficiente trabalhar sem medir os resultados de campanhas e sem analisar o comportamento dos visitantes que acessam o seu site.

Afinal de contas, antes de tomar qualquer decisão, é preciso analisar com cuidado essas informações.

Métricas são importantes no Marketing Digital!

Mas para gerar mais conversões e otimizar o orçamento disponível, é importante se concentrar em estratégias eficientes e conhecer bem a sua persona.

Por causa disso, existem muitas ferramentas no mercado que geram dados, como o Adobe Analytics e o Mixpanel, que são pagos, além de aplicativos gratuitos para gerar mapas de calor como o Hotjar e Crazyegg.

Existem também ferramentas gratuitas de open source (de código aberto) que podem ser instaladas em seu próprio servidor como o Matomo (antigo PWIKI) e Open Web Analytics.

Por serem de código aberto, qualquer pessoa pode estudar, distribuir e até modificar esses programas.

Mas a verdade é que o Google Analytics é a ferramenta mais completa que você pode encontrar.

E não é exagero da minha parte.

Além de ser gratuito – o que é incrível – o Analytics tem uma interface amigável, é de fácil integração com outros produtos do Google e tem alta capacidade de processamento de dados.

Ele permite extrair relatórios personalizados para diferentes necessidades, das análises mais básicas aos relatórios mais complexos.

Você pode estar agora imaginando que essa ferramenta é muito complicada de usar, já que oferece tantos dados.

Mas sinto muito desapontar os pessimistas de plantão: o Google Analytics tem uma interface simples de entender.

Segue aqui comigo que eu te mostro como usar o Analytics do Google.

Como usar o Google Analytics: funções básicas

O primeiro passo para ter uma conta no Analytics é criar um e-mail do Gmail (ainda existe alguém que não tem?). Bem simples.

Use, de preferência, uma conta que só você tenha acesso e que seja exclusiva para o seu negócio. Cada e-mail do Google permite acompanhar até 100 contas do Analytics.

Depois, é só entrar na página inicial do Google Analytics e clicar em criar uma nova conta.

O próprio sistema indicará os próximos passos. Depois de clicar no botão “Inscreva-se” e preencher os dados solicitados, você receberá um código de acompanhamento.

Esse código deverá ser colocado em todas as páginas do seu site. Para saber direitinho como fazer essa configuração, clique aqui e veja o passo a passo.

Depois desse processo, é necessário esperar pelo menos 24 horas para que os dados comecem a ser coletados.

Vale lembrar que a ferramenta traz inúmeras possibilidades e, quanto mais bem configurada ela estiver, mais dados estruturados ela será capaz de coletar.

Não tenha medo de mexer na ferramenta. Explore o menu de opções e estude sobre as configurações avançadas e os relatórios personalizados.

Uma boa dica é se aprofundar tanto na configuração quanto na análise e nos relatórios que o Google Analytics é capaz de gerar.

Esses relatórios podem tornar sua vida muito mais prática.

Mas quais são as métricas que você precisa analisar com cuidado? Esse é o meu próximo tópico.

Principais métricas do Google Analytics

Eu já falei aqui nesse artigo que o Google Analytics é uma mina de ouro de informações.

Por isso, é bom priorizar alguns desses dados. Caso contrário, você ficará maluco e a labirintite (lembra lá do começo?) ataca novamente.

Destaquei 9 métricas que você não pode deixar de lado na hora de avaliar a performance do seu site.

Acompanha aqui comigo!

#1 Usuário

Essa é a métrica mais básica. Ela contabiliza a quantidade de visitantes do site.

Independente de como essa pessoa chegou até o seu site ou quanto tempo ela ficou nele, para cada visitante único que acessa a sua página, é contado sempre 1 usuário.

#2 Sessão

As sessões focam na aceitação e comportamento dos usuários dentro do site. Cada visitante pode realizar várias sessões. Logo, quanto mais sessões, maior a aceitação do seu site.

Funciona assim…

A partir do momento que o usuário retorna ao seu site ou acessa novas páginas dele num período maior do que 30 minutos, é contada uma nova sessão.

Ou seja, se uma pessoa fica inativa por mais de 30 minutos na sua página e depois retorna, são contadas 2 sessões.

Mas caso o visitante fique ativo por mais de 30 minutos dentro do site, só é contabilizada a segunda sessão a partir do momento que ele acessa outra página dentro do próprio site.

#3 Duração média da sessão

Como o próprio nome já diz, essa métrica registra o tempo médio de duração da sessão. Só que para entendê-las, é importante prestar atenção em dois fatores:

1 – O tempo de cada sessão é calculado de acordo com a última interação no site. Ou seja, se dentro do período de 30 minutos (uma sessão) o usuário realizou apenas um clique, em um link, por exemplo, nos 5 primeiros minutos, o tempo de sessão é de 5 minutos.

2 – Se o usuário não interage com o site, o tempo de sessão é 0. Isso quer dizer que se ele leu o seu artigo inteiro, mas não clicou em nenhum link ou botão, o Analytics contabiliza o tempo de de sessão como 0.

#4 Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é, com certeza, uma das métricas mais relevantes. É considerado como rejeição quando o visitante sai do site depois de acessar apenas uma página.

Aliás, se não tiver nenhum botão para o usuário clicar ou um espaço para ele colocar o e-mail, por exemplo, o Analytics já entende como uma rejeição quando o leitor sai dessa página.

Isso porque ele não realizou nenhuma ação dentro da página.

Por isso é importante prestar atenção na hora de analisar essa métrica.

É comum em blogs e lojas online o usuário acessar apenas um artigo ou produto específico e logo depois fechar a página.

Por isso, nem sempre uma alta taxa de rejeição significa insatisfação.

#5 Páginas por visita

Páginas por visita e taxa de rejeição estão interligadas e, por isso, é bom que sejam analisadas em conjunto.

Quando você aumenta o número de páginas por visita e, consequentemente, diminui a taxa de rejeição, os buscadores verão o seu site como mais relevante para os usuários.

Isso quer dizer que quanto mais tempo um visitante enviado pelo Google navega no seu site, mais o buscador entende que esse site satisfez o usuário.

#6 Canais

Para saber qual estratégia está gerando mais tráfego no seu site, você precisa conhecer o relatório de canais.

Analisando esses dados, é possível repensar os seus esforços em marketing digital e até reduzir os seus gastos com ações pouco efetivas.

O relatório traz diversos canais pelos quais o usuário chegou até o seu site:

1 – Busca orgânica

Quanto mais autoridade, mais visitas orgânicas o site recebe.

O tráfego orgânico são as visitas conquistadas de maneira espontânea, ou seja, sem anúncios. Esse tráfego, geralmente, vem de sites de buscas como Google.

Quem está há mais tempo no mercado e produz conteúdo de qualidade é encontrado mais rápido, logo nos primeiros resultados dos buscadores.

E se você ainda não tem resultados expressivos na busca orgânica, é preciso fazer um bom trabalho de SEO e de semântica.

2 – Redes Sociais

Grande parcela do público digital está presente nas redes sociais, no entanto, alguns consumidores costumam se concentrar mais em determinadas redes sociais do que outras.

Então é importante medir a efetividade de cada rede e analisar o que realmente vale a pena, tratando-se de posts orgânicos, ou seja, posts não pagos.

Via de regra o que não é viral tem baixo alcance, mesmo em redes com muitos seguidores. Ou seja, se não for impulsionado através de campanhas pagas, gera resultado quase nulo.

Você pode aproveitar as redes sociais para divulgar seu conteúdo e, assim, conseguir mais tráfego para o seu site.

Dá para postar os links dos textos que você publica no site ou ofertas dos seus produtos e serviços com link para o site, por exemplo.

3 – E-mail

Atualmente, o e-mail marketing é utilizado por empresas de todos os portes, grandes e pequenas, que pretendem enviar newsletters e mensagens personalizadas a grupos de clientes.

Com os relatórios de desempenho, é possível fazer alterações nos modelos de e-mail ou até no funil das ferramentas de automação de marketing, a fim de engajar os consumidores e gerar mais conversões em seu site.

E como conseguir esses e-mails?

Usando uma landing page personalizada e de alta conversão.

Assim, você consegue o contato (de preferência o email) dos seus potenciais clientes. A partir daí, você desenvolve um relacionamento duradouro que pode resultar na compra do seu produto ou serviço.

Não sabe como criar uma landing page? O Klickpages é o seu melhor aliado nessa hora.

Veja como é simples, são apenas três passos:

  1. Escolha seu modelo: há opções de alta conversão comprovada através de testes;

  2. Customize a página: depois, edite os textos, as cores e as imagens, além de ocultar elementos que pouco agregam.

  3. Publique: por fim, é só publicar no seu próprio domínio, sem custos adicionais de hospedagem.

Tudo bem simples e eficiente.

4 – Direct

Suas estratégias de anúncio e marketing de conteúdo possuem a finalidade de aumentar o conhecimento da sua marca e fidelizar clientes? Se a resposta for sim, provavelmente o tráfego via direct irá aumentar gradativamente.

Isso porque ele se refere a um usuário que, ao invés de chegar em seu site por qualquer canal “de apoio”, digita sua URL, ou seja, o endereço do seu site, diretamente na barra do navegador.

5 – Referral

Em referral é mostrada a quantidade de visitantes que chegaram ao seu site por meio de links de outros sites.

Portanto, se você passa a fazer uma estratégia de link building, coloca a sua marca em diretórios ou seu produto em marketplaces, a quantidade de tráfego referral costuma aumentar bastante.

6 – Buscas Pagas e Display

Por último, mas não menos importante, estão os anúncios pagos. Ou seja, os links patrocinados tanto nas redes sociais (Facebook Ads, Instagram Ads), quanto nos buscadores (Google, Bing).

No Google Analytics, dá para medir a efetividade dos seus orçamentos e lances. Assim, é possível saber qual anúncio está convertendo mais para a sua estratégia de marketing.

#7 Origem

Até aqui você viu como identificar quais canais são mais efetivos para sua estratégia de marketing.

Mas é possível ser ainda mais preciso nesta análise, ou seja, você pode identificar os meios que geram mais tráfego para o seu site.

Por exemplo, ver que a maior parte dos seus visitantes chega em site por meio de redes sociais é um dado impreciso, já que existem várias redes.

Para mensurar melhor, é possível acessar a subcategoria “Origem/Mídia” e descobrir, entre as diversas redes, quais estão proporcionando estes bons resultados.

#8 Fonte de tráfego por campanha

Existe ainda uma técnica muito simples para que você possa medir cada campanha dentro de cada meio: a utilização de URLs parametrizadas.

Elas consistem em criar links personalizados para cada ação que se deseja mensurar individualmente.

Por exemplo, se você cria dois anúncios diferentes é importante saber qual deles está gerando mais cliques no seu site.

Como fazer isso? Com um parâmetro UTM é possível identificar qual deles performa melhor.

Os parâmetros UTM são trechos de texto que você pode colocar junto às suas URLs para fazer um rastreamento toda vez que houver algum clique nelas.

Para saber mais sobre parâmetros UTM, clique aqui e leia um artigo completinho sobre esse assunto.

#9 Conversões

Conversões podem ser vendas concluídas, downloads de e-book, preenchimento de formulário ou qualquer outra ação de valor realizada pelo visitante dentro de um site.

Não adianta anunciar, criar landing pages ou criar conteúdos incríveis sem que sejam definidas metas de acordo com o seu objetivo de marketing.

Porque são essas metas que ajudam a entender, através do comportamento do consumidor, se as suas ações estão no caminho certo.

E uma das configurações na Vista de Propriedade do Google Analytics é selecionar metas.

Confira as opções disponíveis:

1 – Destino

Quando você seleciona uma meta de destino, as conversões são contabilizadas a partir do momento que o usuário chega em determinada página.

Então ao criar uma landing page em que, após converter, o visitante é levado a uma página de agradecimento, você pode defini-la como uma meta e toda vez que alguém chegar nela é contabilizada uma nova conversão.

2 – Duração

Caso queira medir a retenção e o engajamento, principalmente de artigos no seu site, a meta de duração é indispensável.

Através dela você fará com que a ferramenta conte conversões de acordo com usuários que ficaram o período estipulado.

3 – Páginas por sessão

Com o mesmo objetivo da meta anterior, aqui queremos saber como o visitante está reagindo aos links internos.

Ou seja, é contabilizada a conversão quando o usuário entra em um número mínimo de páginas por sessão.

4 – Eventos

As metas de acordo com eventos são as mais complexas do Google Analytics.

Nela as conversões só são computadas quando o usuário realiza ações específicas no seu site, como clicar em um botão ou assistir um vídeo.

Como não são atividades pré-definidas pela plataforma, é necessário instalar manualmente um código de rastreio nas páginas que serão geradas as conversões.

Saiba mais sobre como criar um evento no Google Analytics clicando aqui.

Conclusão

Neste artigo, você viu que não saber o que é Google Analytics ou não usá-lo de forma eficiente é como se o seu negócio sofresse uma constante crise de labirintite.

Como eu disse lá no início, quando você tem um site com “conflito de informações”, a sensação é de instabilidade e perigo o tempo todo.

Eu te mostrei então como o Google Analytics pode te ajudar nesta tarefa de analisar métricas e criar estratégias.

Além de ser completo, ele é gratuito e fácil de usar. A interface dele é bem amigável e de fácil integração com outros produtos.

Ao longo deste artigo, destaquei que a função do Analytics é oferecer uma quantidade massiva de informações sobre o site, blog ou e-commerce… Ele, no entanto, não dá a solução dos problemas.

Isso porque a análise de todos os dados e todas as informações deve ser feita por você. Então, é legal priorizar alguns dados para você não ficar maluco.

Pensando nisso, te mostrei 9 métricas que não podem ser deixadas de lado, como o número de usuários que visitam o seu site e a taxa de rejeição.

Agora me diz aqui nos comentários o que você acha do Google Analytics. Você já usou o Analytics ou outra plataforma para análise de tráfego?

 

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Sobre o Autor

Juliana Amorim

Jornalista de formação e redatora de coração. Apaixonada por livros, revistas e jornais, meu único caminho era escrever. Já trabalhei como repórter, editora e apresentadora (de rádio, gente, não de TV) e, agora, faço parte do time de conteúdo do Klickpages. Adoro aprender e escrever sobre o universo do Marketing Digital e do Empreendedorismo. Tenho dois gatos lindos, adoro projetos de “do it yourself” e sou daquelas que viram a noite maratonando séries. Não dispenso uma boa conversa e simplesmente consigo transformar qualquer acontecimento bobo do meu dia em uma grande história.

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