O que é Copywriting e como escrever focando em conversões

O que é Copywriting e como escrever focando em conversões

Escrever com foco em conversões é uma boa forma de definir o que é copywriting, mas o conceito vai muito além.

Afinal, para atingir esse objetivo, a escolha de cada palavra em um texto faz diferença. Muita diferença.

Se isso ainda não faz sentido para você, talvez aí esteja uma razão para uma possível insatisfação com os resultados de sua estratégia de marketing.

Hoje, e cada vez mais, são muitos aqueles que disputam o espaço com você.

E quem conversar melhor com o público leva vantagem.

Quer entender o tamanho do desafio e as soluções para vencê-lo?

Neste artigo, vamos explicar o que é copywriting e quais habilidades podem fazer de você quase um copywriter profissional.

Para vencer na web, não basta produzir conteúdo. É preciso converter.

Boa leitura!

O que é copywriting?

O que é copywriting?

Copywriting é uma técnica de produção de conteúdo voltado à conversão. Seja por objetivos de marketing ou publicitários, compreende a criação de textos para guiar o usuário até a tomada de decisão, como a compra de um produto ou a contratação de um serviço.

Se você estranha o termo “copy” e o vincula a um tipo de cópia, não está de todo errado.

Uma das principais diferenças do copywriting para outros tipos de escrita está na sua reprodução massiva.

Mas não confunda com apropriação de conteúdo. Afinal, um dos seus segredos é a própria originalidade do texto.

Ele é único, exclusivo, pensado nas características, hábitos e interesses do público-alvo.

E como já destacamos, essa é uma preocupação que aparece a cada nova frase, na escolha da palavra certa na hora exata.

Um copywriting não é um texto comum, definitivamente.

Não é como uma notícia, cujo objetivo é informar e, tão logo é divulgada, se torna perecível.

Não é como um editorial, o chamado texto de opinião, que até conduz o leitor, mas à formação de opinião e não a uma conversão.

Em um copy, o objetivo de provocar uma reação no usuário fica mais claro.

Se quem recebe a mensagem permanece na inércia, não estamos falando de um bom copy.

Ele existe para ser aquele texto a mexer com o leitor, instigá-lo, tirá-lo da zona de conforto e estimular o clique.

Sim, o clique.

Afinal, seja para uma compra, para assinar uma newsletter ou para um download, um dos segredos do copywriting está no uso de CTAs, o Call to Action, também conhecido como chamada para a ação.

Se o texto envolve o leitor e o convence a clicar em um botão ou link no texto, por exemplo, assim que esse movimento acontece, o copy cumpriu seu objetivo.

Por que copywriting é importante?

Por que copywriting é importante?

Agora que entendeu o que é copywriting, talvez esteja pensando que não é nada fácil colocar essa estratégia em prática.

Mais do que isso: talvez veja como um esforço grande para algo sem importância.

Se qualquer ideia do tipo passou pela sua cabeça, tire-a de lá agora.

Ter um negócio, produto ou serviço digital sem copywriting é o mesmo que empreender dentro de um bunker, sem contato com o mundo lá fora.

É preciso entender que esse formato de escrita persuasiva é fundamental para qualquer ideia de marketing na internet.

Você não irá fechar uma venda se jogar no colo do usuário um anúncio ou botão de compra.

É preciso conversar com seu público-alvo, apresentar-se como a solução para aquilo que ele mais necessita e convencê-lo de que a tomada de decisão é mesmo vantajosa.

Se, no mundo offline, posicionar-se apenas como vendedor já não dá certo faz tempo, o que dirá no meio digital, onde as possibilidades de escolha e de acesso à informação são maiores?

Copywriting é uma etapa imprescindível do relacionamento com seus clientes, muito antes de eles se tornarem um.

Na geração e na nutrição de leads, em cada etapa do funil de vendas, o diálogo com o usuário, que cria identificação e estimula a aproximação, é não apenas relevante, como obrigatório.

O leitor precisa se sentir abraçado por seu texto.

Fácil não é, mas está longe de ser impossível.

Não basta escrever, tem que converter

Você sabe o que diferencia um bom copy de um ruim?

A concretização da conversão. Simples assim.

Mas não estamos falando de uma só conversão, é claro, mas do efeito em escala.

Um copy bem construído cumpre à risca tudo o que falamos sobre ele até aqui.

Ou seja, é persuasivo, focado no seu público e nas suas necessidades, é envolvente, cria uma identificação por vezes emocional, convence e conduz o usuário de forma tal que a tomada de decisão é vista como essencial para ele.

Se ele não clicar, se não der o próximo passo, sabe que experimentará o arrependimento e o prejuízo de não ter aproveitado aquela vantagem.

E esse efeito, por melhor que seja o seu texto, não será alcançado se ele não tiver as técnicas de um copywriting.

Então, se você está curioso sobre aquilo que não pode ficar de fora em um bom copy, o próximo tópico vai esclarecer tudo com dicas práticas.

Dicas para converter seus visitantes com seus textos

Dicas para converter seus visitantes com seus textos

Você acabou de ver que não basta saber o que é copywriting e ter um bom texto para utilizar a estratégia a seu favor.

A propósito, um bom texto até se mostra como condição básica para o sucesso da ação, mas não é suficiente.

Mesmo redatores de alto nível podem ter talento para produzir conteúdo para sites e blogs, mas talvez não reúnam as habilidades necessárias para ser um copywriter profissional.

Por outro lado, há quem não domine totalmente a proposta de texto para uma estratégia de marketing de conteúdo, mas se dê bem na escrita direcionada a vendas.

Seja qual for o seu caso, as dez dicas a seguir são fundamentais para construir um copy clássico e efetivo, resultando nas conversões que tanto deseja.

1. Chame atenção

Tudo começa por um título chamativo.

E, depois, segue por um início de texto convidativo.

Em seguida, o desafio é manter a pegada e garantir a atenção do leitor até o final.

Perceba que, durante todo o copy, a cada nova frase, você precisa assegurar que o usuário não fuja para outra aba ou feche a janela de navegação.

No mínimo, deve contribuir para que ele mantenha o interesse no texto.

Se puder trabalhar para que esse interesse aumente, melhor.

Para tanto, é preciso ser certeiro. Não dá para pecar nem pelo excesso, nem pela omissão.

A fronteira entre chamar a atenção e espetacularizar demais seu texto é bastante curta.

E o início é sempre o ponto mais sensível.

Só não dá para relaxar depois de garantir que o usuário siga adiante.

2. Explique o problema

Explique o problema

Nesta segunda etapa, você precisa demonstrar ao leitor que conhece as suas dores, que sabe o que ele necessita.

Não há a menor chance de alcançar essa condição sem ter conhecimento aprofundado sobre o seu público, quem ele é, seus hábitos e interesses.

Então, perceba que acertar o tom depende de uma etapa anterior, mas que é comum a qualquer negócio – e não seria diferente no meio digital.

Assim, ao preparar seu copywriting, garanta a conexão com o leitor ao atacar diretamente o seu problema.

Demonstre conhecimento sobre ele e, mais do que isso, revele a solução – que passa por você e pelo que oferece, é claro.

3. Faça comparações

Trazer exemplos reais ao texto ou simular situações fictícias ajuda na compreensão e na própria identificação do usuário com seu texto.

Esse é um tipo de técnica que permite ao leitor comparar com a situação na qual se encontra no momento.

Seja inteligente para conduzir de forma que ele se perceba no exemplo, visualizando também a sua participação nele.

Vamos supor que seu alvo sejam empresas que precisem um software no estilo SaaS (como serviço).

Você pode trazer ao copy situações comuns que prejudicam a produtividade em negócios que não contam com a solução que você oferece.

Tudo de forma criativa e instigante.

O leitor, com certeza, vai se identificar com o cenário apresentado e isso só contribui para reforçar o vínculo que você conquistou lá no início.

4. Provoque e apresente soluções

Provoque e apresente soluções

Esta etapa pode ser entendida como uma continuação da anterior ou mesmo como uma meta a ser alcançada em conjunto a ela.

Ao realizar comparações, simular situações e apresentar exemplos, você vai fundo no problema do usuário e escancara a sua necessidade.

Isso torna ainda mais claro que ele precisa de você e das suas soluções.

Por vezes, o leitor pode ter uma problema, mas relativizar. Ou seja, colocá-lo em segundo plano.

Cabe a você convencê-lo que varrer a sujeira para debaixo do tapete não resolve nada e que aquilo que oferece é uma excelente oportunidade para alcançar a tranquilidade desejada.

5. Prognóstico

Alcançar a tranquilidade desejada.

Por que estamos repetindo um trecho que acabamos de mencionar no tópico anterior?

Para que entenda que usar esse tipo de prognóstico no texto faz toda a diferença.

Neste ponto do seu copywriting, você ainda está na fase do convencimento.

Seu leitor começa a ser envolvido, mas tem várias objeções em mente.

Uma delas, possivelmente, é a incerteza quanto à necessidade da sua solução e sobre as reais vantagens que ela oferece.

Para vencer essa barreira, não basta prometer um benefício.

Você tem o compromisso de mostrar como ele será alcançado.

É preciso envolver o leitor na sua narrativa para que ele projete um futuro melhor a partir daquilo que você tem a oferecer a ele.

6. Faça seu leitor se sentir exclusivo

Faça seu leitor se sentir exclusivo

Quem não gosta de receber um atendimento personalizado, não é mesmo?

No comércio físico, chamar o cliente pelo nome faz toda a diferença.

O problema é que, para criar uma copywriting, é impossível saber o nome de cada pessoa que vai ter contato com o texto.

Mas isso não significa que você não possa levar seu leitor a se sentir exclusivo.

Ao contrário, esse é um compromisso importante.

Então, pense em ações que tenham esse direcionamento.

Que tal, antes da venda, presentear o usuário com algo que ele só conquista por estar acompanhando o seu texto?

Pode ser um e-book ou outro tipo de infoproduto, o convite à participação em um site de membros, quem sabe em um evento exclusivo, enfim.

As possibilidades são muitas.

Resta a você saber identificar qual se encaixa melhor nas preferências da sua persona.

7. Antecipe as objeções

Antecipe as objeções

Sabe aquele momento no qual o cliente coloca o problema em segundo plano, sobre o qual falamos antes?

Qual foi a ação que sugerimos? Convencê-lo de que não era uma atitude saudável, certo?

E quando falamos em antecipar-se às objeções, significa não esperar que ele dê um passo atrás.

Conforme você o conhece e domina a persona, identifica com maior clareza quais são os prováveis pontos de objeção.

Ou seja, aquilo que pode levar o leitor a interromper o texto, desistir da sua proposta ou colocá-la embaixo do tapete.

Se o que o desagrada é o preço, por exemplo, ataque e mostre as vantagens que ele talvez não tenha percebido.

Mas importante: faça isso antes, pois durante a leitura ele não terá como relatar tal objeção e sua reação será abandonar o texto.

8. Storytelling

Você já ouviu falar de storytelling?

Essa é a arte de contar uma história relevante, de forma a envolver o leitor e conduzi-lo de maneira segura até a conversão desejada.

Suas técnicas contribuem com tudo o que já destacamos até aqui entre aquilo que não pode faltar em um copywriting.

Diálogo, vínculo, identificação, relacionamento, aproximação…

Fazer storytelling é explorar o seu potencial de comunicação, de passar a mensagem exata no momento perfeito, de encantar pelas palavras e, por que não, de despertar a emoção através do seu texto.

Mostre como você e o que oferece tem feito real diferença na vida da pessoas.

Esse é um dos grandes segredos da conexão necessária para que atinja seus objetivos.

9. Foque sempre no cliente

Foque sempre no cliente

Mesmo o óbvio precisa ser dito.

Ao explicar o que é copywriting, estamos reiteradamente batendo na tecla do foco no cliente.

Mas por que isso?

Se você não estar em constante monitoramento enquanto produz seu texto, pode ser traído pelas própria expectativas.

Afinal, você deseja a conversão, quer a venda e terá alcançado seu objetivo se o cliente confirmar o que para ele representa uma despesa.

Mas jamais pode utilizar durante o seu copy qualquer palavra ou expressão que remete à perda.

Ao ter foco no cliente, é preciso convencê-lo de que até no gasto há ganhos.

Ou seja, ele investirá em algo que vai lhe retornar várias vantagens.

É a efetiva solução do seu problema.

Logo, ele sai ganhando com isso.

10. Call to Action

 Call to Action

Para que um copywriting fique completo, ele precisa ter uma porta de saída segura ao leitor.

Sem propor esse tipo de elemento, ele simplesmente fecha a janela e vai embora sem realizar a conversão.

Afinal, você não indica o caminho pelo qual ele deve seguir.

Não ter um CTA no copy significaria desperdiçar todo o seu trabalho anterior.

Essa chamada à ação pode se dar de diversas formas, como em um botão, um formulário ou um link que remeta a uma landing page.

O importante é que você, depois de ter instigado o leitor, envolvido ele na sua narrativa e o convencido da necessidade de dar o próximo passo, ofereça os meios para isso.

Ao elaborar um CTA, vale inclusive propor duas versões diferentes para estabelecer um Teste A/B.

Assim, ao saber qual funciona melhor, você terá subsídios para qualificar ainda mais a sua estratégia.

Crie landing pages com conteúdo que converta

Crie landing pages com conteúdo que converta

Agora que está quase tudo pronto para você criar um copy matador, não vale dar mole e errar a mão na landing page.

Essa é uma página de conversão e funciona justamente como o meio para o usuário se converter em um lead, que é um potencial cliente.

Assim como o copywriting, a landing page precisa ser bastante atrativa, mas com uma diferença básica.

Enquanto o copy é envolvente e por vezes longo, ela é objetiva e sem distrações.

Seu recado deve ser chamativo, mas direto.

Afinal, ao chegar até a landing page, significa que você conseguiu convencer o cliente com seu texto persuasivo a dar o próximo passo.

Então, não é hora de agregar qualquer tipo de informação ou elemento que atrase ou mesmo o afaste da conversão.

Cores devem cuidadosamente exploradas e imagens só valem se voltadas ao objetivo maior.

Dá só uma olhada em aspectos que são fundamentais em uma landing page de sucesso:

  • Página limpa, sem nada que provoque distrações

  • Linguagem objetiva, direto ao ponto

  • Título chamativo para impactar o usuário

  • Realizar oferta clara

  • Ter um formulário simples para garantir o lead

  • Incluir um CTA para assegurar a conversão.

Agora, quer uma boa notícia?

Se para o copywriting você depende do próprio talento ou da habilidade de terceiros, para criar a sua landing page há uma ferramenta completa.

Conheça e experimente o Klickpages.

Conclusão

Conclusão Copywriting

Ao entender o que é copywriting e sua importância em uma estratégia digital, fica claro que você precisa desse formato de texto para estimular conversões.

Neste artigo, apresentamos as principais dicas para estabelecer conexão com o leitor e atingir seus objetivos.

Agora, resta colocar seu talento em prática e se dedicar à tarefa, ou contratar um copywriter profissional capaz de envolver seus potenciais clientes com um discurso persuasivo.

Somado a isso, não esqueça de elaborar uma landing page funcional e de garantir um CTA para fisgar o usuário.

Você já tem tudo o que precisa.

Foque no cliente e colha os frutos da sua estratégia.

COMPARTILHE NAS REDES SOCIAIS!

Sobre o Autor

Hugo Rocha é co-fundador da Ignição Digital e do Klickpages. Já atuou diretamente nos bastidores dos maiores lançamentos digitais do Brasil. Atualmente está a frente da equipe de tráfego e crescimento da Ignição Digital e Klickpages liderando pessoalmente mais de R$ 4 milhões de reais em investimento em tráfego nos últimos 12 meses com ROI acima de 300%.