Big Data: como a internet faz para te conhecer melhor do que você mesmo

Como a internet faz para te conhecer melhor do que você mesmo? A resposta tem apenas duas palavras: Big Data.

Antes de eu te explicar o que isso quer dizer, me responde uma coisa:

Já aconteceu com você de estar conversando sobre algum assunto e logo depois aparecer um anúncio nas suas redes sociais relacionado exatamente ao que você estava falando?

Comigo acontece direto. Sério, às vezes eu não preciso nem mesmo pesquisar sobre o assunto. Só de comentar sobre algum tema, parece que a internet já saca do que eu estou falando e começa a “interagir” comigo.

A impressão é de que a internet sabe exatamente o que está passando pela minha cabeça.

Parece até loucura. Bom, parecia… Até que eu descobri o conceito de Big Data, os “grandes dados” que estão por trás de toda essa inteligência que permite anúncios tão bem segmentados.

Ou então que a Netflix acerte em cheio na próxima recomendação de série, ou o Spotify saiba exatamente que tipo de música você gosta de ouvir.

Acontece com você? As chances são que sim.

Porque a verdade é que tudo o que você faz no ambiente digital deixa um rastro. Ou até mesmo coisas que você faz fora dele, como quando você conversa perto de algum aparelho, por exemplo.

E esses rastros geram dados que permitem à internet traçar um perfil sobre o seu comportamento.

A cada dia, ela tem mais e mais informações sobre todas as pessoas que estão conectadas. Parece coisa para caramba, mas acredite: o sistema é muito inteligente.

E vou te falar uma coisa: como eles captam comportamentos conscientes e inconscientes, com essas informações, é capaz da internet saber mais sobre você do que você mesmo.

Quer saber como tudo isso funciona e como você pode se beneficiar desse processo no seu negócio?

É só ficar aqui comigo, que eu vou te mostrar:

  • o que é Big data e qual a sua importância;

  • os tipos de dados;

  • como funciona esse processo;

  • quem usa o Big data;

E ainda te dou alguns exemplos do uso do Big Data na prática. Vem ver!

O que é Big Data?

O que é Big Data?

Big Data é um processo que sistematiza o grande fluxo de informações que são geradas hoje em dia, por todas as pessoas, online ou offline, a cada segundo.

Este conceito trata do processo de identificação e interpretação dessas informações, de modo a favorecer estratégias diversas.

Funciona como um enorme banco de dados.

E, como hoje em dia muitas coisas acontecem de forma rápida, acaba que muitos dados são gerados o tempo todo. Você vai ver que, por isso, o uso desse banco de dados é quase ilimitado.

Esse volume de informações só cresce exponencialmente ao longo do tempo e pode (e deve!) ser usado para análises.

Eu sei que quando falo de dados, parece algo muito abrangente. Mas, nesse caso, é isso mesmo. Afinal, eu estou falando aqui de todas as fontes de informações que existem hoje no mundo inteiro.

Se você for parar para pensar só no armazenamento online e na velocidade dessas informações, já dá para ter uma noção da dimensão que esses dados têm.

Então, o uso do Big Data depende justamente das soluções que quem o usa está buscando no momento.

Funciona assim: a pessoa ou a plataforma vai até esse enorme banco de dados e filtra as informações que está precisando neste exato momento para um determinado objetivo.

Mesmo surgindo nos anos 90, o termo só se tornou mais conhecido com a popularização da internet, dos smartphones e das redes sociais, quando o volume de dados começou a aumentar rapidamente.

A consequência você já deve desconfiar: os métodos tradicionais de análise já não conseguem catalogar e interpretar todas essas informações.

É algo que só o Big Data e suas ferramentas conseguem.

Ah! E esse conceito não diz respeito somente aos dados em si, mas também ao seu uso, que é bastante complexo justamente por causa do volume acumulado de dados até hoje.

As tecnologias desse processo cruzam diferentes tipos de dados vindos de fontes variadas para fornecer insights importantes que ajudam na melhoria contínua da organização desse sistema.

Agora, olha só como são categorizados esses dados…

Estruturas dos dados do Big Data

Estruturas dos dados do Big Data

Como já falei no tópico anterior, existe um volume de dados que cresce exponencialmente a todo tempo.

Esses dados podem ser categorizados em estruturados, não estruturados e semiestruturados.

Eu te explico aqui como funciona cada um desses grupos:

1. Dados estruturados

As informações armazenadas em um formato fixo ou em um banco de dados são chamadas de dados estruturados.

Elas são formatadas de modo que sejam facilmente acessadas e, assim, possam ser usadas para análise.

Entre os dados estruturados, estão as informações de GPS ou mesmo os cliques que algum usuário fez em determinado site, por exemplo.

2. Dados não estruturados

Esses aqui fazem referência às informações não estão armazenadas em um banco de dados ou em qualquer outro tipo de estrutura.

São como informações “soltas”, geradas em uma mídia, como mensagens de e-mail, arquivos de áudio MP3, arquivos de vídeo e imagens, por exemplo.

Sendo assim, esses dados têm um volume bem maior se comparados às outras duas categorias.

3. Dados semi-estruturados

Essa categoria contém dados estruturados e não estruturados ao mesmo tempo.

São chamados de semi-estruturados os dados que não estão organizados em bancos de dados específicos, mas que mesmo assim possuem informações associadas que o tornam facilmente acessíveis (como se fosse um ponto de referência).

Essa categorização diz respeito à parte mais técnica do conceito.

É importante você saber que existe, mas não precisa dominar para colocar em prática, já que o Big Data possui ferramentas específicas para isso.

Agora vamos ao que realmente importa no seu negócio.

Para que serve o Big Data?

Qual a importância do Big Data?

Não adianta você ter todos os dados disponíveis no mundo se não souber como usar.

Primeiro, tenha em mente que o Big Data é importante não apenas em termos de volume (mesmo que isso já seja uma grande mão na roda).

Mas sua relevância aparece também com relação ao que você faz com essa quantidade de dados e de como os utiliza para fazer análises.

Afinal, é fundamental que eles revertam em benefícios para seu negócio.

Por isso, é interessante observar que a utilidade e importância do Big Data aparece em pontos de dor comuns a todo empreendedor, como tempo, custo, desenvolvimento de produtos e tomada de decisão.

As informações coletadas e interpretadas servem de base para tornar o seu negócio mais produtivo, eficiente e se diferenciar da concorrência, o que é sempre ótimo, ainda mais em mercados altamente competitivos.

Pense nos dados gerados pelos mecanismos de pesquisa, como o Google e de redes sociais, como o Facebook, Instagram ou Twitter.

A partir deles, as empresas podem ajustar as suas estratégias de negócios para atender às expectativas da audiência nessas plataformas.

Quando associados a outras ferramentas, como o Google Analytics, então… O Big Data ajuda a identificar as principais causas de falha nos negócios.

Também contribui para analisar as tendências de vendas, com base na avaliação do histórico de compras do cliente, por exemplo, e assim determinar os próximos passos.

Como se não bastasse, ele aumenta ainda a sua capacidade de identificar comportamentos fraudulentos e reduzir os riscos antes que eles afetem a sua empresa de forma mais grave.

Sim. É muita coisa. Mas agora você vai entender como isso tudo funciona.

Como o Big Data funciona?

Como o Big Data funciona?

Quem já está no mercado há algum tempo sabe que até relativamente poucos anos, qualquer coisa que não fosse facilmente organizada em linhas e colunas era simplesmente muito difícil de se trabalhar e, por isso, era simplesmente ignorada.

O uso de planilhas era fundamental.

Porém, os tempos são outros e os avanços no armazenamento e análise de informações também mudaram.

Agora podemos capturar, armazenar e trabalhar com tipos diferentes de dados.

Como consequência, por “dados” agora podemos entender qualquer coisa, desde bancos de dados até fotos, vídeos, áudios ou texto escrito.

Nesse contexto, o Big Data parte da premissa de que, quanto mais você souber sobre qualquer assunto, pessoa ou situação, maior é probabilidade de obter insights confiáveis e fazer previsões assertivas sobre o futuro do negócio.

Ao comparar várias fontes de dados, é possível identificar relacionamentos que antes eram ignorados, e eles permitem aprender e tomar decisões mais inteligentes.

Geralmente, isso acontece através da criação de modelos, com base nos dados que você pode coletar e, depois, executando simulações.

O melhor de tudo é que esse processo é automatizado pelo sistema.

A ferramenta de análise executa milhões dessas simulações, ajustando todas as variáveis ​​possíveis até encontrar um padrão (ou um insight) que ajude a solucionar o problema sobre o qual se está trabalhando.

Para entender todos esses dados, os projetos de Big Data geralmente usam análises de ponta, envolvendo inclusive inteligência artificial.

Ao programar os computadores a identificar o que esses dados representam – por meio do reconhecimento de imagens ou do processamento da linguagem alfanumérica, por exemplo – eles podem aprender a identificar padrões com muito mais rapidez e confiabilidade do que os humanos.

Assim, fica possível analisar todo esse mundo de dados que surge a cada segundo.

E olha só quem tira proveito desse processo todo nos negócios:

Quem usa Big Data?

Quem usa Big Data?

Até aqui você já viu o que é o Big Data, como funciona e qual a sua importância. Então, é hora de saber quem utiliza essa solução.

É o seguinte: existem vários usos de Big Data. Inclusive, a sua empresa pode se beneficiar dessa ferramenta, se você quer saber.

Basicamente, quem faz uso dos dados são todas as áreas que podem usar informações registradas para promover melhorias e fazer previsões do que está por vir.

Um exemplo comum e bastante aplicado no dia a dia é analisar o conjunto de dados de um boletim meteorológico para prever o clima dos próximos dias.

Agora, dentre os principais segmentos que podem se beneficiar do Big Data, os seguintes se destacam:

Saúde

Aqui, o Big Data é usado extensivamente para armazenar o histórico de saúde do paciente.

Dessa forma, os médicos podem acessar todos esses dados para ver o histórico, analisar a sua condição e evitar falhas no diagnóstico.

Educação

Ao analisar e cruzar dados, o Big Data consegue fornecer insights sobre o desempenho dos alunos, quais deles estão em risco e quais estão progredindo adequadamente.

Setor público

Os governos e órgãos públicos podem alcançar uma gestão mais efetiva ao analisar dados de forma transparente, desde que respeitando a privacidade de cada indivíduo.

Bancos

Bancos e empresas de cartão de crédito enfrentam muitos casos de fraude.

Assim, as tecnologias de Big Data são usadas por esse segmento para detectar fraudes e evitá-las.

Marketing

Esse caso é bem aquele que eu te falei no início do texto, dos anúncios que aparecem para você sem que você saiba como a empresa sabia que você queria ou precisava daquilo.

Tanto as plataformas que distribuem esses conteúdos pagos quanto empresas maiores podem utilizar esses dados para direcionar melhor suas ofertas para o público certo.

Vendas

Ao analisar as informações do histórico do cliente, você consegue ajustar a sua abordagem para alinhá-la com as necessidades de cada cliente e garantir que eles continuem fazendo mais negócios com você.

Para quem trabalha com vendas, ainda que não no varejo, mas no mercado B2B, essa aplicação também está valendo.

E isso tudo é possível graças aos chamados…

Os 7 V’s do Big Data

Os 7 V’s do Big Data

Os mais conhecidos e também os originais V’s do Big Data, que surgiram junto ao nascimento do conceito, na década de 90, são esses três: volume, variedade e velocidade.

Mas o processo agora vai além disso.

Existem outras quatro características adicionais tão importante quanto. Convenientemente, todas essas outras propriedades começam com V também.

Por isso, são chamadas de os 7 V’s do Big Data.

1. Volume

O volume é, provavelmente, a característica mais marcante e conhecida do Big Data.

Não chega a ser surpresa, afinal, a quantidade atual de dados pode ser bastante impressionante.

Basta imaginar o total de horas de vídeos assistidas no YouTube diariamente, por exemplo. São incríveis 1 bilhão de horas.

A partir desse fato, dá para ver que o volume de informações de um único dia é gigantesco… E isso que estou falando de só uma fonte de dados.

2. Variedade

Como o próprio nome sugere, a variedade pode ser definida como as diferentes formas de fontes de dados.

Esse é um dos maiores desafios do Big Data. Justamente pela complexidade de cruzar e categorizar todos esses formatos de informações.

Além das origens variadas, os dados ainda podem vir de fontes estruturadas e de fontes não estruturadas, complicando um pouco o processo de análise.

3. Velocidade

O terceiro V se refere à velocidade com a qual os dados são gerados, produzidos, criados ou atualizados.

O Google sozinho processa, em média, mais de 40.000 consultas de pesquisa por segundo, o que representa aproximadamente mais de 3,5 bilhões de pesquisas por dia.

No Internet Live Stats, você consegue acompanhar esse tipo de informação em tempo real.

4. Veracidade

A veracidade se refere à procedência ou confiabilidade da fonte de dados, seu contexto e quão significativa é para uma análise baseada nela.

Por isso, é sempre bom fazer perguntas do tipo:

  • Quem criou a fonte?

  • Que metodologia eles seguiram na coleta de dados?

  • A informação foi editada ou modificada por mais alguém?

As respostas a essas perguntas são necessárias para determinar a veracidade das  informações.

Também ajudam a entender melhor os riscos associados à análise e às decisões de negócios com base nesse determinado conjunto de dados específico.

5. Valor

Valor

Todas as demais características do Big Data não terão sentido se você não der o valor comercial adequado aos dados.

Afinal, como eu já falei aqui, sozinhos eles são inúteis.

A verdade é que os dados só valem quando são integrados e analisados ​​em diferentes pontos de vista.

Isso é o que gera valor, ao dar a capacidade de tomar decisões eficazes, eficientes e precisas sobre as oportunidades e ameaças à sua empresa.

6. Volatilidade

Volatilidade ou variabilidade no contexto de Big Data diz respeito às inconsistências nos dados ou à mudança de dimensões entre eles, já que vêm de vários tipos e origens.

Ela também pode se referir à velocidade inconsistente na qual dados grandes são carregados em seu banco.

7. Visualização

Encerrando a lista, a visualização explica como os dados são apresentados para facilitar a tomada de decisões importantes.

Os dados podem ser apresentados de muitas maneiras, como planilhas de Excel, documentos do Word, gráficos, etc.

Independentemente do formato, as informações devem ser facilmente legíveis, compreensíveis e acessíveis.

É por isso que a visualização de dados é um componente essencial para o Big Data.

Tipos de dados do Big Data

Tipos de dados do Big Data

Além da categorização dos dados expliquei no início desse texto, existem ainda 3 tipos de dados, não relacionados ao seu caráter estrutural.

São eles:

  • Social data: a forma como uma pessoa pesquisa no Google, comenta ou compartilha alguma publicação no Facebook, por exemplo, serve de base para analisar o comportamento do usuário para garantir uma melhor experiência futura.

  • Enterprise data: enquanto o primeiro está relacionado aos dados sociais, esse tipo de dado é fornecido pelas próprias empresas, como dados financeiros, sobre a produtividade da equipe, entre outros.

  • Personal data ou data of things: está relacionado ao tipo de informação gerada através de objetos, como uma TV e um smartphone conectados na mesma rede de internet e comunicando entre si, além de informações sobre o trânsito em tempo real baseada em dados de aplicativos, como o Waze.

Exemplos de uso do Big Data

Exemplos de uso do Big Data

Pronto. Agora é hora de ver como todo esse processo acontece na prática. Por isso eu trouxe alguns exemplos de uso do Big Data.

Netflix

É com base nos hábitos de visualização e preferências declaradas de um cliente que a tecnologia de Big Data da plataforma de streaming consegue fazer recomendações de filmes e séries.

Elas variam de acordo com o perfil de cada usuário.

Além disso, os padrões de tráfego também são analisados, como os tipos de dispositivos e as localidades de acesso.

Tudo ajuda a melhorar a confiabilidade das próximas recomendações.

Spotify

Assim como no caso do Netflix, o mecanismo de Big Data do Spotify cruza preferências e histórico de cada conta para indicar novas músicas, artistas, playlists, entre outros recursos.

A playlist “Descobertas da Semana” é um bom exemplo disso.

E-commerce

Você provavelmente já entrou na página de um produto e viu outras opções de itens relacionados a ele.

Ou então aquela clássica recomendação “outras pessoas que compraram esse produto também levaram esse…”

Ou ainda, se não efetuou a compra e navega em outro site diferente, se depara com um anúncio de desconto daquele produto que você acabou de olhar.

Isso tudo é Big Data.

Com base nas páginas de produtos que você visitou, a tecnologia cruza dados sobre seu comportamento no site e possibilita a aplicação de técnicas para aumentar as vendas, como remarketing, cross selling e upselling.

Aproveite as vantagens do Big Data para vender mais

Aproveite as vantagens do Big Data para vender mais

Talvez você não utilize o Big Data diretamente na sua empresa. Mas as plataformas que você usa para divulgar o seu negócio e a sua marca, certamente sim.

Então, sugiro que você aproveite a excelente segmentação que esse conceito possibilita para o tráfego das suas páginas, como os anúncios, por exemplo, para direcionar o seu melhor conteúdo para as pessoas certas.

A dica que eu dou é usar a audiência do seu site, blog ou redes sociais para gerar leads para a sua empresa.

Ao conversar com seu público em artigos ou ao apresentar promoções, não perca a chance de obter seu contato (sugiro o email) para, depois, promover abordagens mais direcionadas.

Pode ser um convite para assinar uma newsletter, receber novidades por e-mail, baixar um e-book ou se inscrever em um curso gratuito.

Seja qual for a ação, caprichar na landing page aumenta muito a chance de confirmar as conversões desejadas.

Nessa hora, o Klickpages é a ferramenta ideal.

Crie a sua em três passos básico:

  1. Escolha seu modelo: há opções de alta conversão comprovada através de testes.

  2. Customize a página: feita a escolha, edite os textos, as cores e as imagens, além de ocultar elementos que pouco agregam.

  3. Publique: com tudo pronto, é só publicar no seu próprio domínio, sem custos adicionais de hospedagem.

Conclusão

Conclusão Big Data

Você acabou de ver que o Big Data permite que a internet seja capaz de te conhecer melhor do que você mesmo.

E que isso acontece por meio dos rastros, online ou offline, que você deixa em toda e qualquer interação que realiza.

Eu te mostrei que o Big Data é o conceito que abrange não somente os dados que são coletados durante esse processo, mas também a forma que eles são utilizados para um determinado objetivo.

Você viu que existem 3 categorias de dados, com base na sua estrutura, e ainda 3 tipos, com base na forma como eles são capturados.

Além disso, agora sabe qual é a importância desse processo, como ele funciona, os 7 V’s que o representam e quem o utiliza nos negócios.

E ainda te dei alguns exemplos de como esse conceito acontece na prática.

E você, já sabia o que rolava por trás de todas essas informações disponíveis na internet? Me conta aí nos comentários! 😉

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Sobre o Autor

Susanne Melo

Meu nome é Susanne, mas pode me chamar de Suse. Faço parte do time de conteúdo do Klickpages e amo aprender coisas novas, principalmente relacionadas a tecnologia e marketing. Sou brasiliense, mãe de gato, curto muito cultura pop, ler nas horas vagas e gosto de escrever ouvindo rock ou música clássica ou funk (ou...), enfim, sou bem eclética. Tudo depende do meu humor no dia. Me comunico basicamente usando gifs e memes, e gosto de conversar com pessoas que entendem as referências (pelo menos as principais, né? QUEM É QUE AINDA NÃO VIU FRIENDS?!). Ah, também sou uma pessoa muito intensa, como podem perceber. :D

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